Quiche de Abobrinha e Bacon

Receita maravilhosa.
Sou fanática por tortas, pois acho que substitui facilmente a “mistura” e não pede acompanhamento nenhum.
Servi com uma salada bem simples. Fica bacana se for feita em porções individuais.

Pra massa, caso você tenha um proccesador de alimentos, ou uma batedeira (com batedor de massas pesadas) ou máquina de fazer pão, vai facilitar horrores, mas caso não tenha, sem problemas, sove a massa rapidinho, na mão mesmo!

É só misturar 2 xícaras de farinha de trigo, 3 colheres de sopa de margarina, 1 colher de chá de sal, 1 colher de chá de fermento químico em pó e 1 caixinha de creme de leite, até formar uma massa lisa e um pouco pegajosa. Deixe descansar na geladeira por 30 minutos.

Abra a massa em uma assadeira (24cm) de fundo falso, ou em forminhas individuais. Leve ao forno por 15 minutos em à 200ºC.

Quiche de Abobrinha e BaconPara o recheio corte em cubos e frite 150 gr de bacon, até que fique bem douradinho. Descarte a gordura e reserve.

Descasque e rale 2 abobrinhas grandes. Rale também 200 gr de queijo prato (eu usei queijo do reino, que estava dando mole por aqui). Com a Abobrinha, o bacon e o queijo misture 3 ovos, 1 colher de sopa de queijo parmesão ralado, 1 caixinha de creme de leite, 1 colher de sopa de farinha de trigo e 1/2 colher de sopa de sal.

Quiche de Abobrinha e BaconEspalhe o recheio sobre o fundo da massa e leve ao forno por 1 hora à 200ºC ou até que fique douradinha a quiche.

Curtiu a receita? Deixe seu comentário dizendo o que achou!


Sazón é Amor!

No dia 9/11/2011, aconteceu um evento incrível, para blogs de Culinária realizado pela Sazón! E nunca ficou tão claro pra mim esse efeito do “Amor”, como nesse dia!

Tudo foi pensando com tanto carinho, que fez com que eu me sentisse muito especial!

Começando pelo local! O evento foi realizado na Casa Electrolux, no piso superior, onde fica uma cozinha linda! A casa inteira é maravilhosa, lá você pode ver, testar e até comprar os produtos da Electrolux!

Quando subimos para a cozinha, tivemos um tempinho pra bater um papo, falar sobre os blogs, trocar dicas, muito bacana.

Depois começou a aula, que além das receitas maravilhosas, nos ensinou novas formas de usar o Sazón, tanto o tempero, quanto o caldo em pó! Eu, que já sou fã do produto, fiquei muito entusiasmada e confesso que desde a aula eu já utilizei várias dicas aqui em casa, aos poucos vou passando pra vocês!

As receitas que aprendemos foram:Sazón

BATATINHAS COM PATÊ DE SAZÓN®

Ingredientes

•   300 g de batatas-bolinha cozidas e cortadas em quatro partes
•   2 sachês de Tempero SAZÓN® Amarelo
•   1 colher (sopa) de manteiga sem sal
•   meia xícara (chá) de maionese (100 g)
•   1 colher (chá) de cebolinha-francesa picada

Modo de Preparo

Em um recipiente pequeno, coloque a batata e 1 sachê de Tempero SAZÓN®, e misture delicadamente.

Em uma frigideira, coloque a manteiga e leve em fogo alto para derreter. Junte a batata e salteie, aos

poucos, por 3 minutos, ou até dourar.

Escorra em papel-toalha e espete os pedaços de batata em palitos de dente.

Em uma tigela pequena, coloque a maionese, a cebolinha e o Tempero SAZÓN® restante, e misture até

que fique homogêneo.

Sirva acompanhando as batatas.

Rendimento: 6 porções

Tempo de preparo: 20 minutos

Dicas

1. Sirva o patê acompanhando torradas.

2. Substitua o Tempero SAZÓN® Amarelo pelo de sua preferência.

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Novas experiências: Salgado e doce

Fonte: Getty Images

Fonte: Getty Images

Bom dia! Boa tarde! Boa noite! (tudo depende da hora que vocês estiverem lendo este post).

Essa semana aproveitarei a oportunidade que tenho aqui para relatar as experiências que vivo (ou melhor, sinto) quase todos os dias ao almoçar no restaurante do meu local de trabalho.

Acho pertinente relatar essa experiência, pois há muito tempo venho pensado em como gostaria de cozinhar, assim que me formar neste blog como uma cozinheira experiente. Sempre penso em que cara, estilo e sabor especial que gostaria que minha comida tivesse.

Gente, o lance é o seguinte, quando era mais nova eu não curtia muito essa parada de doce misturado com salgado, sei lá, tipo arroz com maçã, maionese com uva passa, enfim, venho curtindo muito essa mistura… em especial nos risotos. Onde eu trabalho a comida é toda pensada para a terceira idade, logo é uma comida sem muito sal, com tempero voltado para ervas, os doces todos preparados com frutas e muitos pratos também misturados com frutas. As frutas também são alimentos e vão muito bem com pratos salgados. Eu nunca imaginei que fosse gostar disso, muita gente no meu trabalho não gosta e eu conheço também muita gente que não acha bacana misturar esses dois tipos.

Na semana passada eu comi um risoto de quatro queijos e maçã verde, na semana retrasada eu comi risoto de abóbora, queijo parmesão e salada de manga com rúcula, gente, simplesmente divino. Pensando em uma identidade para minha culinária fui conversar com as nutricionistas do local e elas me falaram que tudo não passa de um grande” jogo de experimentação de quem gosta de comer, cozinhar e se preocupa com uma comida mais saudável”.

Há um tempo a dona da cozinha, que é muito minha amiga, vez um prato MARAVILHOSO sem usar muito sal, ela fez o tempero com alecrim e outros condimentos, achei o máximo aquele sabor especial, além de muito artístico. Esse lance de misturar doce com salgado também me chamou muito a atenção, sem falar que segundo minhas próprias impressões e segundo também estudos das nutricionistas que conversei, as frutas na comida, além de ressaltar o sabor de alguns alimentos diminuem a necessidade de se comer uma sobremesa muito calórica depois do almoço ou do jantar, “é como se você comece tudo junto e misturado literalmente, lembrando que você optou pelo melhor estilo de comida”.

Não sei o que vocês acham, mas também quero que minha comida seja arte, experimentação, sentido e acima de tudo, saudável. Sei também que esta mistura é muito polêmica, mais daqui pra frente vou pensar mais nessas misturas e conto tudo pra vocês, justificando sempre as minhas escolhas.

Ok, mas pra chegar até lá é necessário saber fazer o básico bem feito.

Planos futuros…


Salada Esperta

Olá a todos os meus queridos companheiros do Conversa na Cozinha!

Espero que no mínimo estejam se divertindo com a minha coluna, porque se deliciando, provavelmente vocês não estão.

A aventura de hoje, pois de fato foi uma aventura, é:

Salada esperta

Porque salada esperta? Muito simples, sua comida deu errado? Você pode apelar pra salada! Uma boa saladinha pode dar um super disfarce. Uma dica simples que um aprendiz sempre tem que saber no começo, um toque carinhoso de quem não sabe para quem também não sabe. Gostou? Então vem! Dessa vez não tem tantas medidas e nem que refogar nada, muito menos sangue de alguma coisa, só o liquido da beterraba.

Primeiro de tudo e super importante: óbvio que eu não sei ir á feira e escolher os alimentos da forma correta, se tá verde, se tá maduro demais, se tá de vez, aliás, o que é isso? Mas para fazer a salada você tem que ter verduras e legumes na sua casa, e se não tem você deverá ir escolher e comprar, então a aventura começa:

Primeiro passo: escolha dos alimentos para a salada

Alface: super manjado em qualquer salada. É legal optar pelas folhas que não estiverem manchadas e nem murchas (isso é bem difícil, quase uma utopia achar um pé de alface todinho assim, então o lance é chegar em casa e se desfazer das folhas que não sejam bacanas).

Tomate: o negócio nesse caso é: a aparência é fundamental, ou seja, o tomate tem que estar bonito, com a casca bem boa. Quando for sair de casa para comprar um tomate, saia com o rei na barriga, sem dó nem piedade. Mais uma dica:

Tomate mais molinho: especial para molhos.

Tomate mais duro: bom para saladas.

Cenoura: optar pelas mais finas (que costumam ser um pouco mais macias que as grossas), com as cores mais vivas e sem manchas.

Beterraba: gente, que bicha feia que é uma beterraba! Nesse caso se opta pelas mais duras e sem manchas.

Pepino: quase o mesmo caso do tomate, a beleza é fundamental, tem que estar durinho e sem manchas.

Cebola: apertar a danada pra ver se ela não está podre. Só isso.

Obs: tem um tipo de pepino chamado pepino japonês, eu não conhecia, ri bastante quando vi. Bobagem minha, aliás, quantos formatos fálicos no reino dos legumes! Não que eu tenha algum tipo de perversão, longe de mim! 😀 .

Fonte da pesquisa: os donos das barracas na feira.

Depois desse passo super divertido que é ir á feira e ficar no meio daquela gritaria toda, desviando de tudo e levando milhares de cantadas (entendendo isso também como experimentar um monte de coisas de graça), mãos a obra:

O preparo:

Lavar os alimentos de acordo com seu tempo e preferência (ha uma série de formas de se lavar uma verdura ou um legume, algumas até que utilizam cloro, para esta experiência utilizei água corrente em abundância).

Retirar a casca dos itens, o determinante na escolha de muitos deles agora será eliminado, não é necessário retirar a casca do tomate para a salada.

Importante: sim, se retira a casca da cenoura, isso para mim deixou de ser novidade á pouco tempo.

Picá-lós ou ralá-los em um recipiente (nesta experiência eu vou ralar a cenoura, o pepino, e a beterraba).

Dica de vida ou morte: cuidado com o ralador. Parece inocente, mas não é.

Chegamos ao ponto alto da salada:

O tempero

Aqui não tem como fugir tanto das medidas, não é tão difícil acertar, mas não deixa de ser importante.

Para temperar a salada eu utilizei: Vinagre(três colheres), Sal(duas pitadas) e azeite(três colheres), misturando estes aos itens anteriores. Como não tenho prática e ainda não confio no meu “olho”, experimentei a salada a cada passo para assim encerrar a etapa do tempero.

Está ai a saladinha para encher a barriga e o coração (mais a barriga). A minha mamãe querida já voltou de viagem e de cara já me deu uma dica: da próxima vez deixar mais raladinho a cenoura e a beterraba.

Vou utilizar uma parte do pepino que não foi pra salada para fazer uma máscara 😀 .

Até a próxima aventura, minha vida não sabe mais o que é monotonia depois que me arrisquei a participar deste blog.