Sazón é Amor!

No dia 9/11/2011, aconteceu um evento incrível, para blogs de Culinária realizado pela Sazón! E nunca ficou tão claro pra mim esse efeito do “Amor”, como nesse dia!

Tudo foi pensando com tanto carinho, que fez com que eu me sentisse muito especial!

Começando pelo local! O evento foi realizado na Casa Electrolux, no piso superior, onde fica uma cozinha linda! A casa inteira é maravilhosa, lá você pode ver, testar e até comprar os produtos da Electrolux!

Quando subimos para a cozinha, tivemos um tempinho pra bater um papo, falar sobre os blogs, trocar dicas, muito bacana.

Depois começou a aula, que além das receitas maravilhosas, nos ensinou novas formas de usar o Sazón, tanto o tempero, quanto o caldo em pó! Eu, que já sou fã do produto, fiquei muito entusiasmada e confesso que desde a aula eu já utilizei várias dicas aqui em casa, aos poucos vou passando pra vocês!

As receitas que aprendemos foram:Sazón

BATATINHAS COM PATÊ DE SAZÓN®

Ingredientes

•   300 g de batatas-bolinha cozidas e cortadas em quatro partes
•   2 sachês de Tempero SAZÓN® Amarelo
•   1 colher (sopa) de manteiga sem sal
•   meia xícara (chá) de maionese (100 g)
•   1 colher (chá) de cebolinha-francesa picada

Modo de Preparo

Em um recipiente pequeno, coloque a batata e 1 sachê de Tempero SAZÓN®, e misture delicadamente.

Em uma frigideira, coloque a manteiga e leve em fogo alto para derreter. Junte a batata e salteie, aos

poucos, por 3 minutos, ou até dourar.

Escorra em papel-toalha e espete os pedaços de batata em palitos de dente.

Em uma tigela pequena, coloque a maionese, a cebolinha e o Tempero SAZÓN® restante, e misture até

que fique homogêneo.

Sirva acompanhando as batatas.

Rendimento: 6 porções

Tempo de preparo: 20 minutos

Dicas

1. Sirva o patê acompanhando torradas.

2. Substitua o Tempero SAZÓN® Amarelo pelo de sua preferência.

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Salada Esperta

Olá a todos os meus queridos companheiros do Conversa na Cozinha!

Espero que no mínimo estejam se divertindo com a minha coluna, porque se deliciando, provavelmente vocês não estão.

A aventura de hoje, pois de fato foi uma aventura, é:

Salada esperta

Porque salada esperta? Muito simples, sua comida deu errado? Você pode apelar pra salada! Uma boa saladinha pode dar um super disfarce. Uma dica simples que um aprendiz sempre tem que saber no começo, um toque carinhoso de quem não sabe para quem também não sabe. Gostou? Então vem! Dessa vez não tem tantas medidas e nem que refogar nada, muito menos sangue de alguma coisa, só o liquido da beterraba.

Primeiro de tudo e super importante: óbvio que eu não sei ir á feira e escolher os alimentos da forma correta, se tá verde, se tá maduro demais, se tá de vez, aliás, o que é isso? Mas para fazer a salada você tem que ter verduras e legumes na sua casa, e se não tem você deverá ir escolher e comprar, então a aventura começa:

Primeiro passo: escolha dos alimentos para a salada

Alface: super manjado em qualquer salada. É legal optar pelas folhas que não estiverem manchadas e nem murchas (isso é bem difícil, quase uma utopia achar um pé de alface todinho assim, então o lance é chegar em casa e se desfazer das folhas que não sejam bacanas).

Tomate: o negócio nesse caso é: a aparência é fundamental, ou seja, o tomate tem que estar bonito, com a casca bem boa. Quando for sair de casa para comprar um tomate, saia com o rei na barriga, sem dó nem piedade. Mais uma dica:

Tomate mais molinho: especial para molhos.

Tomate mais duro: bom para saladas.

Cenoura: optar pelas mais finas (que costumam ser um pouco mais macias que as grossas), com as cores mais vivas e sem manchas.

Beterraba: gente, que bicha feia que é uma beterraba! Nesse caso se opta pelas mais duras e sem manchas.

Pepino: quase o mesmo caso do tomate, a beleza é fundamental, tem que estar durinho e sem manchas.

Cebola: apertar a danada pra ver se ela não está podre. Só isso.

Obs: tem um tipo de pepino chamado pepino japonês, eu não conhecia, ri bastante quando vi. Bobagem minha, aliás, quantos formatos fálicos no reino dos legumes! Não que eu tenha algum tipo de perversão, longe de mim! 😀 .

Fonte da pesquisa: os donos das barracas na feira.

Depois desse passo super divertido que é ir á feira e ficar no meio daquela gritaria toda, desviando de tudo e levando milhares de cantadas (entendendo isso também como experimentar um monte de coisas de graça), mãos a obra:

O preparo:

Lavar os alimentos de acordo com seu tempo e preferência (ha uma série de formas de se lavar uma verdura ou um legume, algumas até que utilizam cloro, para esta experiência utilizei água corrente em abundância).

Retirar a casca dos itens, o determinante na escolha de muitos deles agora será eliminado, não é necessário retirar a casca do tomate para a salada.

Importante: sim, se retira a casca da cenoura, isso para mim deixou de ser novidade á pouco tempo.

Picá-lós ou ralá-los em um recipiente (nesta experiência eu vou ralar a cenoura, o pepino, e a beterraba).

Dica de vida ou morte: cuidado com o ralador. Parece inocente, mas não é.

Chegamos ao ponto alto da salada:

O tempero

Aqui não tem como fugir tanto das medidas, não é tão difícil acertar, mas não deixa de ser importante.

Para temperar a salada eu utilizei: Vinagre(três colheres), Sal(duas pitadas) e azeite(três colheres), misturando estes aos itens anteriores. Como não tenho prática e ainda não confio no meu “olho”, experimentei a salada a cada passo para assim encerrar a etapa do tempero.

Está ai a saladinha para encher a barriga e o coração (mais a barriga). A minha mamãe querida já voltou de viagem e de cara já me deu uma dica: da próxima vez deixar mais raladinho a cenoura e a beterraba.

Vou utilizar uma parte do pepino que não foi pra salada para fazer uma máscara 😀 .

Até a próxima aventura, minha vida não sabe mais o que é monotonia depois que me arrisquei a participar deste blog.


Filé de Frango Grelhado e a 2ª Vitória

Depois do arroz e do feijão, sempre vem à “mistura” não?

Filé de Frango Grelhado

Pegar uma parte do bicho e descongelar, se necessário (Nesta experiência eu optei pelo peito do frango).

Gente, esse é o meu maior desafio na cozinha, eu morro de nojo de carne crua, e o barulhinho que faz quando agente manuseia aquele negócio? É complicado. Imaginem meus amigos, há algumas semanas atrás eu confessei a vocês ter nojo do cheiro do alho e da cebola na mão, quem dirá de carne crua, e do cheiro da carne crua, e do sangue que espirra no rosto. Se eu passar por isso, agora sim, eu acredito que posso aprender a cozinhar. Outro detalhe, geralmente eu nunca penso que aquilo ali é um animal morto, mas quando vejo a carne crua, aí sim eu lembro, e muito, sinto dó do falecido, nojo, passo a me sentir horrível e penso que vou virar vegetariana na seqüência de comer aquele prato, mas ai, eu experimento aquele franguinho com salada… Bem, futuramente eu opto pelo vegetarianismo, afinal de contas, cadeia alimentar e proteínas são uma realidade posta minha gente! Tá aí para lidarmos com ela.

Pegar a parte escolhida do bicho e temperar com dois dentes de alho, uma colherzinha pequena de sal e algumas pequenas pitadas de pimenta do reino (lembrando que todas as minhas medidas são puramente experimentais).

Não sei se é necessário lavar a carne antes de temperar, na dúvida, eu dei uma lavadinha sim, com muito sabão (brincadeira, mas sei que vocês acreditariam nisso, vindo da minha parte). Na realidade, eu apenas molhei o bife e coloquei no prato de novo, isso de intuição, porque eu nem sei se isso se faz e quais são as conseqüências disso, se assim ele fica mais fofo, mais bonito, mais cheiroso, enfim…

Esfregar o bife no tempero, virando ele de um lado pro outro, é assim né?

Não façam como eu que acredita que pimenta do reino é atitude e vai bem com tudo sempre em grandes quantidades, às vezes acho que deveria me arriscar a fazer comida indiana. A minha mão sempre coça para colocar mais sal.

Eu sempre achei que o tempero da carne era só na hora que esta ia pra panela, mas não, é necessário temperar antes, aguardar alguns minutos para este pegar o tempero e, só a partir daí, mandar ver na frigideira.

Na frigideira, refoga-se o bicho, em fogo médio, com óleo, margarina ou azeite, (No caso, eu optei por margarina), até dourar, assim acredito eu (risos), girando esse de vez em quando para dourar de ambos os lados.

Este momento sempre me causa um pouco de insegurança, pois eu nunca sei quando a carne não está mais crua, e oferecer algo cru para alguém comer é horrível. Não é? Eu não sou a Bela do crepúsculo que namora um vampiro, e para mim, a única forma de ver se não está cru é:

Comendo ou cortando o negócio na frigideira mesmo, e claro, sentir o cheiro também ajuda, agora que já tenho esse sentido mais apurado na cozinha.

É incrível como o bife encolhe depois de grelhado.

Minha mãe fala sempre para não esperar muito para servir, se não este fica duro demais.

Um post simples, sem maiores crises, somente as existenciais, que já me são peculiares, independentemente do que eu esteja fazendo. O legal, ou péssimo, depende do ponto de vista, é que eu estou sem minha cozinheira do coração em casa (minha mamãe está viajando), então, quem está cozinhando para mim sou eu mesma, é dentro destas experiências que eu estou sobrevivendo. Por exemplo: vou jantar agora o meu próprio bifinho, que a forma de preparo foi toda baseada nas idéias que tenho na cabeça e nas conversas que obtive com seres amigos. Está com uma cara bem boa, e modéstia a parte, o gosto também, que inclusive acertei como uma luva (ao menos na minha concepção) na quantidade dos temperos. Ouvi de uma amiga, mais que querida e especial, que é necessário gostar da sua própria comida.

Posso dizer então:

Vitória na cozinha número dois.

Poxa, eu estou com vantagem nesse aspecto, de três tentativas obtive perda total em uma, vitória suprema em outra e vitória na terceira.

Aguardem-me queridos companheiros, e eu garanto:

Nenhum vampiro ia gostar do meu filé.

Bom Apetite, ao menos para mim. Vou jantar agora o meu próprio filé grelhado, que eu mesma vi nascer: senti o cheiro dele cru, eu mesma temperei, e agora vou devorá-lo, ele estando bem passado.

Até a próxima.


Uma Pitada de Rock’n Roll – Apresentação

Quando eu recebi o convite para escrever essa coluna, junto com a nova responsabilidade me foi pedida uma apresentação.

Então, aqui estou eu, Maria Luiza Medrado, Jornalista, 20 e poucos anos, popularmente conhecida por Malu. Uma capricorniana, natural da cidade de São Paulo, mas que atualmente mora no Mundo. Há 6 meses eu mudei para Dublin (Irlanda) em busca de autoconhecimento, shows de bandas que só eu e mais 3 gostam e claro ter a chance de voltar com muitas histórias pra contar.

Certo, e você leitor me pergunta, onde entra a Culinária, Malu? Decididamente as minhas habilidades na cozinha são limitadas. Eu sempre me restringi ao básico: Arrozinho branco (que não é incomum terminar queimado), salada de tomate, miojo e macarrão, minha maior conquista culinária dos últimos tempos foi acertar um ovo frito!

Um pequeno passo para um chefe de cozinha, um salto enorme na minha vida de intercambista precisando se virar ! Dada essa falta de variedade alimentar, eu recorro na maior parte das vezes ao fast food e comida pronta e graças a isso cheguei ao ponto que me abriu essa oportunidade de escrever periódicamente para esse site, dividindo com vocês um pouco dos hábitos alimentares dos Europeus.

Mas não é só isso, pouco a pouco vamos adicionando novos temperos a essa coluna e aqui eu preciso falar mais um pouco sobre a minha pessoa, eu tenho memória afetiva musical, ou seja, momentos, lugares, pessoas e por que não o simples ato de degustar algo saboroso acaba por me lembrar de uma canção ou me cria vontade de ouvir uma determinada música. Quem nunca botou o ipod pra funcionar enquanto esperou por aqueles 3 malditos infinitos minutos do Noodles? E para aqueles que já estão duvidando da minha capacidade de unir a fome com a vontade de rock’n roll, vamos nos ater a verdade dos fatos, afinal, você já viu Feijoada sem roda de Samba, Macarronada sem Tarantella? Viu só, é disso que se trata essa coluna, eu pretendo trazer as minhas impressões das tentativas alimentares aqui no velho continente, e tudo isso sempre acompanhada de um playlist bacana para guardar esses momentos.

Nem só do silvo da panela de pressão vive uma cozinha. Há outros sons… é só acompanhar !

Pra ler ouvindo: Girls Just Wanna Have Fun – Cyndi Lauper