Arroz com Aletria

… ou Arroz com Alegria =)

Esse arroz tem origem Libanesa e alem de ser a coisa mais simples de se fazer, também é uma delícia! Acompanha bem carnes, saladas… eu particularmente comeria até sozinho, de tão bom que fica!

Arroz com Aletria

  • 1 xícara de Macarrão Cabelo de Anjo (quebrado dentro da xícara)
  • 2 colheres de sopa de Manteiga
  • 2 xícaras de arroz
  • 1/2 colher de sopa de Sal (ou ao seu gosto)
  • Água fervente

Arroz com Aletria

Primeiro, coloque a Água pra ferver, em média 4 xícaras!

Na panela já no fogo alto. eu coloco 2 colheres de Manteiga (e um fiozinho de azeite, pra manteiga não queimar) e deixo derreter. Adiciono 1 xícara de Macarrão Cabelo de Anjo (todo esmigalhado) e frito, até ficar douradinho (igual na foto). Depois que o macarrão estiver dourado, retire da panela com uma escumadeira e reserve.

Na mesma panela, coloque as 2 xícaras de Arroz e 1/2 colher de sopa de Sal, frite por uns 2 minutos. Junte o Macarrão dourado e cubra com a Água fervente, até ficar uns 2 dedos acima do nível do arroz. Misture bem, prove o sal. Tampe a panela e cozinhe em fogo baixo por 15 minutos.

Depois que passar os 15 minutos, desligue o fogo e espere pelo menos 5 minutos antes de servir!

Fica uma delícia!!!

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Carbonara

Macarrão é uma coisa que não pode faltar em casa! É ingrediente coringa! Pode ser ao Alho e Óleo,  Molho Bolonhesa, Ao Sugo. Tudo muito fácil,  muito simples!
Até porque,  aqui em casa tudo é assim! Raramente rola algo muito complicado!

Mas a inspiração pra esse prato foi o marido! Ele simplesmente ama o Fettuccine à Carbonara de um restaurante italiano no Bixiga, em São Paulo.

Acontece que pesquisando aqui e ali, descobri que a receita lá do restaurante é beeeeem diferente da original e inclusive parece que vai molho branco e eu realmente não curto.

Tá que pra quem não gostava de quase nenhum lacticínio, eu até que tenho evoluído bastante! Inclusive,  nessa receita por exemplo, vai creme de leite.

No fim das contas,  a receita não teve nada a ver com a o tal restaurante,  mas também não é a original.

CarbonaraEm uma panela grande, frite 100g de Bacon (cubinhos) em 1 colher de sopa de Azeite, até dourar.
Enquanto o Bacon está fritando,  cozinhe o 1 pacote de macarrão (500g), de acordo com as instruções da embalagem. Prefira massas de “vara”, Espaguete,  Fettuccine, Talharin, Bavette e prefira também massa grano duro.

Ao mesmo tempo que frita o Bacon e cozinha o Macarrão, prepare o molho (multi tarefa, facinho).

Em um refratário bata 2 Ovos (com fouet ou um garfo), acrescente 100g de Parmesão ralado, 1 caixinha de Creme de Leite, 1 colher de chá de Sal e Pimenta do Reino à gosto. Misture bem. Não vai ao fogo.

Bacon douradinho? Desligue o fogo, escorra o Macarrão e jogue sobre o Bacon (eu deixo a gordura,  mas você pode descartar se quiser). Misture também o molho. O calor do macarrão vai cozinhar o molho e ficar bem cremoso!

Fica M-A-R-A!!! E é preparado em 15 minutos, no máximo!!!

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Macarrão Alho e Óleo, o retorno

Deixaaaaaaaaaaaa de lado essa tristezaa, beijaaaaa, afasta esse tormerto!!! Parananababa!!

Olá queridos,

Calma, não é o terra letras e sim a coluna da cozinheira inexperiente. É que estou sozinha, super à-vontade e hoje vou fazer tudo do meu jeito, pois o espaço é só meu. E tudo com muita música alta que minha mãe odeia, mas e daí né, ela nem vai estar aqui para ver e muito menos entrar na internet para ler. Adoraria me fotografar para dividir com vocês o meu momento, mas preciso conservar minha dignidade, a pouca que ainda tenho. (risos)

Pois bem, o que me cabe aqui hoje é fazer algo que ficou tãooo bom que a dona da cozinha me mandou fazer tudo de novo. Macarrão alho e óleo.

Pra começar botei água para ferver, 1 L gente, tem que ser assim, não tem jeito.

Depois de fervida a água tentei adivinhar o que seria 100 gramas de macarrão, não tem jeito, também tem que ser assim, e mais, o tipo do macarrão ajuda muito, hoje, nada de telha na cabeça.

Só lembrei do sal e do fio de óleo na hora de adicionar o macarrão cru na água, fui provar o sal e queimai a língua pois esqueci que a água tinha já fervido, mas tava tão quente aqui que meu corpo reconheceu como natural. (risos)

Nada de cozinhar o macarrão eternamente como eu fiz da primeira vez que deixei o dito cujo cozinhando praticamente até hoje, descobri um tempo que eu considero como legal: de 8 a 10 minutos no máximo.

Refoguei três dentes de alho em aproximadamente três colheres de óleo, ainda fico um pouco tensa nesta hora pois nunca me esqueço do arroz que fiz e que deixei o alho queimar todinho, essa parte é crucial na hora do sabor. O lance do macarrão alho e óleo é que até então eu não sabia é que não é necessário fritar o macarrão, o ideal é adicioná-lo na panela e ir mexendo devagar para este pegar o tempero como um todo e não ficar mexendo ele loucamente igual quando você tá fazendo carne moída saca?


Bem, mais apresentável que o primeiro ficou com certeza, o tempero tá bom, não comi com queijo ralado porque a dona da cozinha disse que isso poderia ser um disfarce para o sal, ou melhor, para a falta dele.

A panela ficou assim no final, o que acham? Ainda queimo o alho? Ou é assim mesmo?

Talvez mais experiente, porém ainda muito aprendiz…

Trilha sonora: http://letras.terra.com.br/pedro-mariano/72433/


Macarrão Alho e Óleo

Olá pessoal todo!

Eu já estava com saudades de vocês, de cozinhar principalmente, espero que tenham curtido o feriado, o dia de hoje está lindo, estou muito bem humorada, logo super a fim de arrasar na comida.  Para esta coluna tenho uma novidade: hoje eu prepararei o almoço para minha mãe (sim, aquela que ligava de dez em dez minutos para saber se a casa não estava pegando fogo quando resolvi dar início as minhas artes culinárias). A mamãe me deu um voto de confiança e me jogou a responsabilidade de fazer o nosso “rango”.

Dando início a minha nova série de desafios gastronômicos, com vocês:

Macarrão Alho e Óleo.

Fácil?  Para mim é quase que como a primeira tentativa pra valer. Vamos fazer pra valer?

Em uma panela, ferva a água com um fio de óleo ou azeite para ajudar a massa a não ficar “unidos venceremos”. Acrescente um pouco de sal também.

Medida não é comigo e quero fugir delas, uma cozinheira com prática faz tudo de olho e com muita coragem e confiança. Partindo deste ponto, escolhi uma panela, enchi a mesma quase por completo, deixando apenas um espaço para minha própria segurança. A quantidade de macarrão para ser cozido será á que eu julgar compatível com a quantidade de água.

Assim que a água começar a ferver adicione o macarrão e mexa de vez em quando (para este cozinhar por um todo) até a massa ficar no ponto (nas minhas contas por volta de 15 minutos). Vide conteúdo final do texto.

Escorra a água e prepare-se para refogar o macarrão: Doure o alho no óleo e logo depois acrescente o macarrão, frite-o. Tomei a liberdade e fritei um pouco de salsicha junto com o alho e o óleo, antes de acrescentar o macarrão.

Algumas considerações finais e pedidos de conselhos públicos.

Eu particularmente achei o tempero muito bom, o gosto do alho fritinho na medida certa, sem queimar nada (vejam que loucura) como também um certo gostinho de óleo estavam super nítidos no macarrão, porém, minha mãe achou que faltou sal. Aí eu penso: Para mim o tempero tava ótimo e para ela faltou sal no cozimento. E ai? O que é mais importante? Sal? Ou o gosto do alho e do óleo? Os dois juntos? (Mas assim será que dá pra sentir algum sabor nítido?).

E outra coisa, mas isso já é fato e não especulação.

O macarrão tava tão molinho que quebrou na hora que fui refogá-lo. Para mim eu o deixei cozinhar demais, ao invés de 15 minutos, já nos 10 eu deveria ter desligado o fogo. Minha mãe acha que ele quebrou porque eu o mexi demais na hora do cozimento e de forma indelicada, sendo assim, não por excesso de cozimento.

Paralelamente a isso tudo o “rango” ficou bom e ganhei nota 7,5.

Ainda bem que a beleza dos pratos ainda não é pauta de avaliação aqui em casa. (risos)


Identidade Gastronômica

Há uma razão de ser esse programa chamar-se Intercâmbio. Essas últimas semanas na escola foram exatamente isso, ou seja, eu tive a oportunidade de conhecer um pouco da cultura, hábitos e trejeitos de franceses, venezuelanos, coreanos, japoneses e até suíços, e eles um pouco de mim, encarregada de ser o exemplo de um brasileira – aqui a minha ressalva, eles dizem que de brasileira eu nada tenho, mas, eu sou, nascida e criada em São Paulo e apesar dos pesares, tenho muito orgulho disso.

Enfim, quando falamos em cultura e hábitos, uma das primeiras coisas que claro nos vem a mente é: Qual é o prato típico do seu país? Da nossa parte a resposta é sempre Feijoada, mas, seria isso mesmo, quantas vezes comemos feijoada durante o ano, quantos de nós sabe realmente prepará-la, eu não sei ! Então, a segunda resposta é: arroz, feijão, bife, batata frita e salada, e quando dizemos isso, eles não compreendem por que é um prato tipicamente brasileiro, já que aqui eles também comem feijão, não é como o nosso, é um de latinha, mas, igualmente pode ser servido com arroz que também está sempre na mesa dos japoneses – você vê a dificuldade de se denominar prato típico? Italianos comem massa, mas, você brasileiro natural de São Paulo, me diga o que não pode faltar na sua mesa aos domingos? Depois de muito debater chegamos a conclusão óbvia: Numa sociedade globalizada, acabamos por perder um pouco da nossa identidade para receber um pouco de todas e assim chegamos a outro ponto: Churrasco, sim esse é o prato típico brasileiro. A forma de preparo, como é servido, não encontramos nada parecido, inclusive o gosto da nossa carne é único, como já disse antes, aqui não comemos carne de tão diferente (e ruim) que a carne Irlandesa é.

Assim sendo, depois desse debate, nada melhor do que vivenciar as outras culturas, degustando o que de melhor há em cada culinária.

Identidade

Em uma tarde convidei os meus amigos suíços para cozinhar, um prato simples e típico da Suíça. E eles preparam o Älpermagarone que basicamente para nós é um macarrão com creme de leite, queijo, presunto. Realmente acho até que é bem inserido na nossa cultura, não é nada de outro mundo, simples e delicioso para que gosta de massa.

Hoje na escola foi a hora e a vez de experimentar um prato tipicamente Venezuelano, a tal Arepas. Uma espécie de pão recheado de queijo e presunto, mas pode se inventar outros recheios. É um prato bem comum por lá e pode ser servido a qualquer hora, foi o que eles disseram.

Identidade

Agora que já tenho o tempo contado para o fim da minha aventura pela Europa, sinto que esses tempos de troca foram o mais importante de tudo. Na vida por vezes separamos as pessoas por finalidade ou qualquer outra razão que possa parecer lógica, entretanto, aqui a gente aprende na prática a respeitar e aprender sobre as diferentes culturas, vivenciando essa pluralidade toda, pondo de lado os nossos pré-conceitos por que aqui você sabe que é uma oportunidade e não um dever.

E por essas duas semanas fantásticas que tive por aqui a música que fica é Music when the lights go out do The Libertines. Até logo menos !