Como não pensar…

OmeleteFaz quase 1 ano que a minha amiga, minha pequena mais linda desse mundo, fez uma receita de Ovos Mexidos e nesse post ela contou sobre sua paixão por Ovos. Contou também que sua avó Maria Rita lhe ensinou esse amor…  Aliás, uns dias atrás ela me contou que a dona Maria Rita também ensinou ela a acreditar em Deus.

E isso nunca me saiu da cabeça… O post é realmente incrível.

E por acaso eu passei pela mesma situação, não tinha comido nada de bom o dia inteiro… Não queria lanche, pizza, nada… apenas uma comidinha caseira daquelas que parece que recebemos um abraço…

Dito e feito, fui fazer uma omelete rapidinha, quentinha, cheirosinha…

E também quero fazer uma pausa pra dizer o seguinte:

Eu não sei quando nem como eu me tornei uma “ovípara” assim como a família da Juju…

Me lembro da minha avó fazer ovo frito pra comer com pão, da minha mãe fritar ovo pro almoço, minha irmã preparar uma fritada de batatas, que fica divina, por sinal.

Mas exatamente quem me deu esse amor eu não sei, só sei que aqui em casa também não falta ovo.

E o coitado do ovo nunca fica em paz, é o maior mistério da alimentação, tem dias que é o mocinho dos nutricionistas, tem dia que é o vilão… Mas eu nem ligo… Ovo é Vida!

Bom… eu já estava esquecendo da receita… vamos lá…

Fácil, fácil…Omelete

Coloque 4 ovos em uma tigela e misture bem com um garfo. Acrescente Sal, Orégano, Pimenta do Reino à gosto. Em uma frigideira bem grandona, coloque 100 gramas de mussarela ralada (ou picada), 1/2 tomate sem sementes picado e 1/2 cebola picaidnha. Coloque a mistura dos ovos por cima e espalhe, como se fosse uma panqueca. Por cima, salpique cheiro verde e deixe cozinhar por uns 2 minutinhos, vire do jeito que achar mais fácil e parta pro ataque!

A receita é realmente simples, mas não é o assunto principal desse post.

A Juju é uma das pessoas mais importantes da minha vida e sendo assim sua família também. Faz uns dias que com 105 anos a sua vózinha Maria Rita se foi. E esse post é em homenagem à ela, dona Maria Rita que foi uma das responsáveis pela minha linda amiga Juliana ser tão linda assim.

Ju te amo!


Canjica

Mais uma semana se passa e eu surpreendentemente continuo de bom humor, logo cozinhar será uma extensão deste bem estar que toma conta de mim. Não sei vocês, mas eu sou uma grande rata de festa junina, espero ansiosamente o ano todo e quando chega o mês de junho, todos os finais de semana, tanto sábado como domingo, lá estou eu comendo pipoca, cachorro quente e me deliciando com o que bem entendo como a alma das festas juninas: A canjica.

Homenageando esta festa M A R A V I L H O S A e entrando no clima do arraiá, vamos com tudo neste desafio antes que a cobra apareça e a ponte caia, cadê meu par?

Escolhi para preparar uma canjica especial, uma canjica á moda baiana, esta um pouco mais elaborada e incrementada que a tradicional. Vocês vão gostar. Antes de mais nada gostaria de destacar que canjica não é nem de longe um bicho de sete cabeças para se fazer, porem esta é um pouco trabalhosa e demorada, ou seja, você para fazer vai precisar de no mínimo um pouco de paciência.

O pacote de milho branco de canjica que achei no mercado tem justamente á medida que é solicitada na receita, ½ quilo, então usaremos o pacote todo.

Lave e deixe de molho os grãos por no mínimo 4 horas. Troque a água e leve estes para cozinhar em uma panela de pressão (de preferência, mas não necessariamente) até os grãos ficarem macios. A receita do livro que segui chama a atenção para a necessidade de se cozinhar em fogo brando.

O tempo para que o milho ficasse macio foi para mim de 30 minutos, após este passo acrescentei um litro de leite, canela em pau e uma colher de margarina (ou manteiga), cozinhando tudo até o caldo engrossar. Posteriormente juntei um vidro de leite de coco, amendoins torrados que deveriam ter sido moídos mas não foram porque eu esqueci (risos), deixando cozinhar por mais um período até que a textura da calda me agrada-se.

A receita não pede açúcar, mas achei necessário, com o consentimento da minha maior musa da cozinha (a mamãe) acrescentei a medida de um copo e meio daqueles americanos de tal ingrediente.

Canjica, na minha humilde opinião, deve ser servida sempre bem quentinha.

Pessoal, na boa, minha obra prima, não, na boa mesmo, o melhor “prato” que já fiz. Ficou bem gostosa, só faço uma observação, a receita pede canela em pau, mas da próxima vez eu quero usar canela em pó, acredito que ficará melhor para meu paladar…

Até a próxima pessoal, que São João acenda a fogueira do coração de todos vocês.

Por juju Barbosa.


Mousse de Gelatina

Andava com uma vontade maluca de comer um determinado doce que existia na minha memória, então, aproveitando a tpm e dando também seqüência a série de doces ridículos de se fazer e super deliciosos (como o pudim da semana passada), hoje farei para vocês um doce que nem sei o nome mas que muitos já devem conhecer pois é muito bom e MUITO SEM VERGONHA DE SE FAZER.

Com vocês:

Doce sem vergonha

Dissolva um pacote de gelatina de morango em 250 ml de água fervendo

Depois acrescente mais 250 ml só que agora de água fria ou gelada

Agora acrescente 1 lata de leite condensando,

1 lata de creme de leite com soro e tudo

Bata tudo no nosso amigo liquidificador

E:

Coloque na geladeira até endurecer.

Viram como é difícil??

Gente, acreditem, esse doce é tudo de bom, esses dias tinha ele como sobremesa no local onde trabalho e ele acabou rapidinho, comi me deliciando e pensando: gente! Muito bom, como será que se faz? Pelo que me lembro é fácil. Vivenciando esta experiência resolvi experimentar e tentar fazer mesmo sem uma receita pré-definida, olhando apenas os ingredientes no cardápio e conversando com a mãe de uma amiga.

Aconteceu algo de estranho no preparo, ele ficou bicamada, se é que essa palavra existe neste contexto, o do trabalho não tinha bicamada e o doce da minha memória também não. Bem, eu não sei nem o nome do doce que fiz então quem dirá o porque da bicamada…  Alguém me ajuda?

Como vocês viram, mesmo com a bicamada, ele é muito sem vergonha para se fazer, a única desculpa para não cozinhar só pode ser a preguiça ou às vezes a falta de grana para se comprar determinado ingrediente. Mais nada.