Torta de Banana

Oi oi oi!!!

Quanto tempo sem aparecer (acho que essa frase está virando rotina)!

Mas gente, a vida é uma correria doida, e nesses últimos meses nos mudamos (de novo), ficamos um tempão sem cozinha, mas vai valer a pena! Ter um cantinho com a nossa cara! Ainda não está tudo pronto, porque dá trabalho e custa caro demais!

De qualquer forma, estou com várias receitas aqui, pra testar e passar pra vocês!

Essa torta delícia, é baba de fazer! Qualquer um, (juro!), qualquer um faz!

Torta de Banana

Coloquei a foto dela antes, pra você ficar com vontade e fazer! :)))

Lista de Compras:

  • 8 bananas grandes (usei nanica) maduras
  • 1 xícara e 1/2 de açúcar
  • 1 colher de sopa de canela em pó
  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 1 colher de sopa de fermento em pó
  • 2 ovos
  • 240 ml de leite
  • 3 colheres de sopa de manteiga
  • Mais um pouco de açúcar e canela pra peneirar por cima

Torta de Banana

Comece ligando o forno em temperatura média (mais ou menos uns 200ºc), e untando uma assadeira de uns 25 cm (preferência de fundo falso) com manteiga e farinha de trigo.

Derreta a Manteiga e junte ao Leite. Bata os Ovos e junte à mistura do leite com manteiga. Reserve.

Em outro recipiente faça uma Farofa, misturando a Farinha de Trigo, o Açúcar, o Fermento e a Canela. Reserve.

Na assadeira já untada, faça camadas alternando a mistura seca, com as Bananas picadas. Assim:

  • Farofa
  • 2 Bananas
  • Farofa
  • 2 Bananas
  • Farofa
  • 2 Bananas
  • Farofa
  • 2 Bananas
  • Farofa

Depois despeje por cima a Mistura Líquida. Peneire Açúcar e Canela e leve ao forno por mais ou menos 40 minutos.

Espere esfriar e desenforme.

Sirva com sorvete de creme, fica delícia! Sozinha também é mara! =)

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Carne Louca

Essa é uma receita que eu queria (e muito!) compartilhar aqui com vocês! Primeiro porque eu sou tipo fã de festinha de criança, porque toda mãe com bom gosto faz carne louca (fica a dica prazamigas!), segundo porque alguém, em algum momento já me cansou de pedir essa receita. Às vezes eu demoro pra postar a receita, porquê cada receita tem uma ocasião, saca? Essa daí eu fiz pro lanche de niver da minha irmã, mas rola de fazer pra festa junina, julina =), já vi gente dizendo que fez de recheio de torta, recheio de escondidinho, enfim… eu apoio todas as causas, sempre vale a pena!

A receita não tem nadica de difícil, é daquelas joga tudo na panela de pressão… Mas a principal coisa é decidir a carne… Tem gente que gosta de usar Lagarto! Acho que é o mais comum até! Mas eu prefiro Acém, acho que é uma carne mais saborosa! Porém fica à gosto do freguês!

Carne Louca, Doida, Malucona!

Em uma panela de pressão (de 4 litros ou mais), coloque 1,5 kg de Acém ou Lagarto (pode ser em pedaços), 2 cebolas cortadas em palitos, 2 tomates cortados em cubos (com pele, sementes, tudo!), 1 pimentão médio picado, 2 sachês (ou tabletes) de caldo de carne, 2 sachês (ou latas) de molho de tomate pronto, 5 dentes de alho amassados e 300 ml de água. Tenta dar uma misturada, tampa a panela e leve ao fogo médio por mais ou menos 50 minutos.

Tira a pressão da panela, abre a tampa e deixa no fogo bem baixinho sem tampar. Vai pegando os pedaços da carne e desfiando. Não precisa desfiar muito pequeno, porque ela continua cozinhando e ainda amolece bastante!

Carne louca

E continua assim, tira um pedaço, desfia e devolve pra panela, até desfiar todos os pedaços!

Eu tive que acertar o sal! Acho que coloquei meia colher de sopa de sal, mas daí depende do gosto né!

Depois de acertar o sal, desligue o fogo e coloque 1/2 maço de cheiro verde beeeeem picadinho, dá mais uma misturada e tá pronto!

Essa receita rende bem, por volta de uns 60 mini-pães. Você pode diminuir a receita, ou congelar metade, o que é uma ótima idéia! Daí vai ter carne louca sempre que você quiser!

Faz! Faz! Faz! E depois vem aqui me contar se fez sucesso!


Bolo engorda marido, ou engorda eu mesma?

Que coisa mais linda é passar essa receita aqui… dois são os motivos da minha felicidade…

Primeiro porque quem me passou essa receita é uma amiga muito querida, nem sei se ela mesma sabe o quanto eu a amo e tenho orgulho de ser amiga dela, se não sabe, tá sabendo agora né!?

Segundo porque o bolo é delicioso, daqueles que você lembra da infância, sei lá… e eu até demorei pra compartilhar essa receita, porque ela também merecia vir para o blog, quando ele estivesse assim com a cara nova!

O engraçado é que na casa da Flavinha e do Wiliam, nós sempre somos tratados como reis, sabe? Eles se preocupam até demais… Mas eu adoro! E nesse dia, esse bolo me fez mais feliz ainda, eu fiquei até com vergonha, de tanto que comi e no fim ainda trouxe um pedaço pra casa! 🙂

Claro que ela percebeu o quanto eu curti, porque na mesma semana me enviou a receita!

E eu já fiz várias vezes aqui em casa, já levei ele pra uma festinha junina e em todas as ocasiões, ele fez o maior sucesso.

Bolo Engorda Marido

Agora a grande beleza da receita é o preparo, mais simples impossível!

É assim: Unte uma forma (pode ser de pudim, pode ser retangular ou redonda) com margarina e farinha de trigo. Pré-aqueça o forno em temperatura baixa. Daí bata no liquidificador 1 lata de leite condensado, 1 lata de leite (a mesma medida do leite condensado), 200 ml de leite de coco, 1 xícara de farinha de trigo, 1/2 xícara de açúcar, 3 ovos e 3 colheres (sopa) de margarina. Coloque a massa na forma e leve ao forno por mais ou menos uns 50 minutos, ou até passar no teste do palito.

E é isso, nada além disso…

Daí você guarda muito bem essa receita, porque ela veio de uma pessoa muito especial, não esqueçam! E ó, pode comer quente, pode comer frio… repito, o bolo é diivino!

Beijo gente!

— Update: Muita gente me mandou e-mail perguntando, mas gente! O bolo realmente não leva fermento! A receita está correta!


No clima de São João

Continuando em clima de São João, e mais do que isso, em clima de férias da faculdade esta semana tentei fazer algo bem especial e bastante controverso. Controverso pois imaginem a cara da minha mamãe quando comprei uma garrafa de vinho seco para tentar fazer um humilde vinho quente. “Toma cuidado que isso é alcoólico viu mocinha!” disse minha mãe como se eu não fizesse a menor idéia disso.

Bem, de fato foi uma grande tentativa, nunca havia feito uma bebida dessas, é lógico, quando agente é adolescente e faz festas em casa sempre mistura tudo com tudo, por exemplo vinho com leite condensado, vodka com refrigerante e todos os tipos possíveis de suco, enfim. Vinho quente eu sempre adorei, um dia meu pai fez em casa e colocou gengibre, este sempre muito comum no quentão, mas ao provar a bebida que meu papai tinha feito eu pensei: gente! Igual ao da festa junina da igreja do divino no Frei Caneca (uma das minhas preferidas).

Ao sondar as formas de preparo do vinho quente notei certa subjetividade nas pessoas: há! Faz com vinho doce, faz com vinho seco, cravo, canela, não! Gengibre não, não precisa do açúcar, coloca açúcar, faz calda de açúcar que nem pudim, coloca um palito de fósforo aceso para tirar o álcool, deixa ferver por 15 minutos, desliga tudo se não pega fogo, entre muitas outras coisas…

Nessas horas a dona da cozinha sempre me ajuda muito e tendo o conselho dela como o mais especial resolvi usar vinho seco e adicionar uma calda de açúcar (como se fosse pra fazer pudim), a dona da cozinha também me deu a liberdade para acrescentar cravo, canela em pau, as frutas que eu quisesse e, enquanto o gengibre, que eu o deixa-se para o quentão (para quando eu for tentar fazer este). Mas meus amigos, eu confesso a vocês que sou um pouco teimosa, se meu pai colocou gengibre e eu gostei, já que cada um faz da forma que mais gosta, eu farei um tipo de vinho quente que eu gosto.

Cortei em pedaço o bendito do gengibre, uma maçã, dois pauzinhos de canela e quatro cravos, optei por usar vinho seco e acrescentar a calda de açúcar. Minha mãe falou para eu desligar o fogo na hora de misturar o açúcar e o vinho se não pegava fogo, só que nesta pausa o açúcar grudou todo no fundo da panela, mesmo assim depois acrescentei a maça, a canela e os cravos, e é claro, o danado do gengibre. Com medo de ficar sem açúcar fiz uma nova calda que agora grudou em outra panela e na colher toda. Mesmo assim acreditem, o vinho quente ficou muito bom, acabou tudo, todo mundo bebeu, a questão é que esta bebida com gengibre fica bem boa, mas a cada hora que se ferve mais o gengibre fica forte, mais parecia um chá de gengibre para a gripe do que uma bebida de festa junina.

Ontem fui numa festa na igreja da consolação, tomei um vinho quente docinho… fiquei com inveja, bem mas junho ainda não acabou, vou tentar de novo, afinal de contas adorei dormir sobre o efeito do vinho quente. Minha mãe que não leia isso… (risos).

Por Juju Barbosa


Canjica

Mais uma semana se passa e eu surpreendentemente continuo de bom humor, logo cozinhar será uma extensão deste bem estar que toma conta de mim. Não sei vocês, mas eu sou uma grande rata de festa junina, espero ansiosamente o ano todo e quando chega o mês de junho, todos os finais de semana, tanto sábado como domingo, lá estou eu comendo pipoca, cachorro quente e me deliciando com o que bem entendo como a alma das festas juninas: A canjica.

Homenageando esta festa M A R A V I L H O S A e entrando no clima do arraiá, vamos com tudo neste desafio antes que a cobra apareça e a ponte caia, cadê meu par?

Escolhi para preparar uma canjica especial, uma canjica á moda baiana, esta um pouco mais elaborada e incrementada que a tradicional. Vocês vão gostar. Antes de mais nada gostaria de destacar que canjica não é nem de longe um bicho de sete cabeças para se fazer, porem esta é um pouco trabalhosa e demorada, ou seja, você para fazer vai precisar de no mínimo um pouco de paciência.

O pacote de milho branco de canjica que achei no mercado tem justamente á medida que é solicitada na receita, ½ quilo, então usaremos o pacote todo.

Lave e deixe de molho os grãos por no mínimo 4 horas. Troque a água e leve estes para cozinhar em uma panela de pressão (de preferência, mas não necessariamente) até os grãos ficarem macios. A receita do livro que segui chama a atenção para a necessidade de se cozinhar em fogo brando.

O tempo para que o milho ficasse macio foi para mim de 30 minutos, após este passo acrescentei um litro de leite, canela em pau e uma colher de margarina (ou manteiga), cozinhando tudo até o caldo engrossar. Posteriormente juntei um vidro de leite de coco, amendoins torrados que deveriam ter sido moídos mas não foram porque eu esqueci (risos), deixando cozinhar por mais um período até que a textura da calda me agrada-se.

A receita não pede açúcar, mas achei necessário, com o consentimento da minha maior musa da cozinha (a mamãe) acrescentei a medida de um copo e meio daqueles americanos de tal ingrediente.

Canjica, na minha humilde opinião, deve ser servida sempre bem quentinha.

Pessoal, na boa, minha obra prima, não, na boa mesmo, o melhor “prato” que já fiz. Ficou bem gostosa, só faço uma observação, a receita pede canela em pau, mas da próxima vez eu quero usar canela em pó, acredito que ficará melhor para meu paladar…

Até a próxima pessoal, que São João acenda a fogueira do coração de todos vocês.

Por juju Barbosa.