Doce de Abóbora da Mamãe

Hummm dá água na boca de lembrar desse doce…

Essa receita está faz tempo na minha lista, tava morrendo de vontade de passar ela pra vocês, mas eu acabei esquecendo, sabe Deus o motivo.

Ano passado minha mãe veio passar uns tempos aqui em casa e fizemos juntas esse doce que é um dos meus preferidos!

Vale muito a pena fazer! Fica muiiiiiito melhor do que aqueles industrializados, claro… E rende bem também!

A receita é muito simples… os ingredientes mais ainda!

Em uma panela grande junte 1 kg de abóbora em pedaços, 4 xícaras de açúcar, 10 cravos e 4 paus de canela. Leve ao fogo baixo, mexendo de vez em quando até que a abóbora amoleça e comece a desfiar.

Tire do fogo e acrescente 100 grms de coco ralado.Doce de Abóbora 

Espere esfriar!!!!!

Simplesssssssssssss!!!!!!!!!!!!

Mas isso eu realmente estou aprendendo… as melhores coisas da vida são realmente simples… Concorda?

Beijooo!

PS: Não vai água!!!! A receita está correta!


No clima de São João

Continuando em clima de São João, e mais do que isso, em clima de férias da faculdade esta semana tentei fazer algo bem especial e bastante controverso. Controverso pois imaginem a cara da minha mamãe quando comprei uma garrafa de vinho seco para tentar fazer um humilde vinho quente. “Toma cuidado que isso é alcoólico viu mocinha!” disse minha mãe como se eu não fizesse a menor idéia disso.

Bem, de fato foi uma grande tentativa, nunca havia feito uma bebida dessas, é lógico, quando agente é adolescente e faz festas em casa sempre mistura tudo com tudo, por exemplo vinho com leite condensado, vodka com refrigerante e todos os tipos possíveis de suco, enfim. Vinho quente eu sempre adorei, um dia meu pai fez em casa e colocou gengibre, este sempre muito comum no quentão, mas ao provar a bebida que meu papai tinha feito eu pensei: gente! Igual ao da festa junina da igreja do divino no Frei Caneca (uma das minhas preferidas).

Ao sondar as formas de preparo do vinho quente notei certa subjetividade nas pessoas: há! Faz com vinho doce, faz com vinho seco, cravo, canela, não! Gengibre não, não precisa do açúcar, coloca açúcar, faz calda de açúcar que nem pudim, coloca um palito de fósforo aceso para tirar o álcool, deixa ferver por 15 minutos, desliga tudo se não pega fogo, entre muitas outras coisas…

Nessas horas a dona da cozinha sempre me ajuda muito e tendo o conselho dela como o mais especial resolvi usar vinho seco e adicionar uma calda de açúcar (como se fosse pra fazer pudim), a dona da cozinha também me deu a liberdade para acrescentar cravo, canela em pau, as frutas que eu quisesse e, enquanto o gengibre, que eu o deixa-se para o quentão (para quando eu for tentar fazer este). Mas meus amigos, eu confesso a vocês que sou um pouco teimosa, se meu pai colocou gengibre e eu gostei, já que cada um faz da forma que mais gosta, eu farei um tipo de vinho quente que eu gosto.

Cortei em pedaço o bendito do gengibre, uma maçã, dois pauzinhos de canela e quatro cravos, optei por usar vinho seco e acrescentar a calda de açúcar. Minha mãe falou para eu desligar o fogo na hora de misturar o açúcar e o vinho se não pegava fogo, só que nesta pausa o açúcar grudou todo no fundo da panela, mesmo assim depois acrescentei a maça, a canela e os cravos, e é claro, o danado do gengibre. Com medo de ficar sem açúcar fiz uma nova calda que agora grudou em outra panela e na colher toda. Mesmo assim acreditem, o vinho quente ficou muito bom, acabou tudo, todo mundo bebeu, a questão é que esta bebida com gengibre fica bem boa, mas a cada hora que se ferve mais o gengibre fica forte, mais parecia um chá de gengibre para a gripe do que uma bebida de festa junina.

Ontem fui numa festa na igreja da consolação, tomei um vinho quente docinho… fiquei com inveja, bem mas junho ainda não acabou, vou tentar de novo, afinal de contas adorei dormir sobre o efeito do vinho quente. Minha mãe que não leia isso… (risos).

Por Juju Barbosa


Canjica

Mais uma semana se passa e eu surpreendentemente continuo de bom humor, logo cozinhar será uma extensão deste bem estar que toma conta de mim. Não sei vocês, mas eu sou uma grande rata de festa junina, espero ansiosamente o ano todo e quando chega o mês de junho, todos os finais de semana, tanto sábado como domingo, lá estou eu comendo pipoca, cachorro quente e me deliciando com o que bem entendo como a alma das festas juninas: A canjica.

Homenageando esta festa M A R A V I L H O S A e entrando no clima do arraiá, vamos com tudo neste desafio antes que a cobra apareça e a ponte caia, cadê meu par?

Escolhi para preparar uma canjica especial, uma canjica á moda baiana, esta um pouco mais elaborada e incrementada que a tradicional. Vocês vão gostar. Antes de mais nada gostaria de destacar que canjica não é nem de longe um bicho de sete cabeças para se fazer, porem esta é um pouco trabalhosa e demorada, ou seja, você para fazer vai precisar de no mínimo um pouco de paciência.

O pacote de milho branco de canjica que achei no mercado tem justamente á medida que é solicitada na receita, ½ quilo, então usaremos o pacote todo.

Lave e deixe de molho os grãos por no mínimo 4 horas. Troque a água e leve estes para cozinhar em uma panela de pressão (de preferência, mas não necessariamente) até os grãos ficarem macios. A receita do livro que segui chama a atenção para a necessidade de se cozinhar em fogo brando.

O tempo para que o milho ficasse macio foi para mim de 30 minutos, após este passo acrescentei um litro de leite, canela em pau e uma colher de margarina (ou manteiga), cozinhando tudo até o caldo engrossar. Posteriormente juntei um vidro de leite de coco, amendoins torrados que deveriam ter sido moídos mas não foram porque eu esqueci (risos), deixando cozinhar por mais um período até que a textura da calda me agrada-se.

A receita não pede açúcar, mas achei necessário, com o consentimento da minha maior musa da cozinha (a mamãe) acrescentei a medida de um copo e meio daqueles americanos de tal ingrediente.

Canjica, na minha humilde opinião, deve ser servida sempre bem quentinha.

Pessoal, na boa, minha obra prima, não, na boa mesmo, o melhor “prato” que já fiz. Ficou bem gostosa, só faço uma observação, a receita pede canela em pau, mas da próxima vez eu quero usar canela em pó, acredito que ficará melhor para meu paladar…

Até a próxima pessoal, que São João acenda a fogueira do coração de todos vocês.

Por juju Barbosa.


Pão Doce Recheado


Esse pão doce, também conhecido como fatias húngaras foi bastante elogiado no Natal aqui de casa. Ele nem estava nos planos, foi feito de úlltima hora, para não ter corre-corre no café da manhã do dia 25!

O pão segue a mesma lógica dos outros, nenhum segredo especial. O recheio pode ser variado à gosto do freguês. O meu, como era para o Natal, foi de acordo com o tema.

Vamos à receita!

Ingredientes                  ***Medida Xícara 240 ml

  • 60 ml de água
  • 1/3 xícara de manteiga
  • 180 ml de leite quente
  • 1/3 xícara de açúcar
  • 1 colher chá rasa de sal
  • 2 ovos
  • 4 e 1/2 xícaras de farinha de trigo
  • 2 colheres chá de fermento biológico seco

Modo de Preparo

Adicione os ingredientes na máquina seguindo a ordem acima. Se não tem Máquina de Fazer Pão, clique AQUI!

Depois do término do ciclo, abra a massa e recheie à gosto. Enrole como se fosse fazer um rocambole. Corte fatias de uns 2cm cada e coloque elas deitadas na assadeira.  Feixe descansar por meia hora. Leve ao forno pré-aquecido por 25 a 30 minutos em temperatura média. Deixe esfriar em uma grade.

Os recheios

O recheio que eu fiz foi muito simples.

  • 1 lata de leite condensado (usei a lata que veio no meu Kit Maraviha da Mococa!)
  • 1 gema peneirada
  • 1 colher sopa de manteiga
  • 200 grms de frutas cristalizadas
  • 100 grms de uva passa branca
  • 100 grms de uva passa preta

Misturei o leite condensado, a gema e a manteiga e levei ao fogo baixo, mexendo sempre por uns 10 minutos. Misturei os outros ingredientes e deixei esfriar para rechear o pão.

Fora isso eu salpiquei canela por cima dos pães antes de assar.

Fiz também uma mistura para mergulhar o topo dos pães depois de frios.

  • 1 xícara de açúcar
  • suco de 1 limão grande
  • 100 ml de leite frio

Bati o açúcar no liquidificador para afinar, coloquei o suco do limão e o leite.

Outras idéias de recheio: Creme de Amendoim, Brigadeiro Mole, Doce de leite, Goiabada com queijo, etc.


Vinho quente

Ingredientes

  • 1 garrafa de vinho tinto suave (750 ml)
  • 300 ml de água filtrada
  • 1 maçã cortada em cubinhos (com a casca)
  • 1/2 xícara de açúcar
  • 4 pedaços de canela em pau
  • 10 cravos

Modo de Preparo

Coloque todos os ingredientes em uma panela e leve ao fogo.

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