Comendo em Curitiba – II

Continuando nossa aventura por Curitiba, no sábado fomos conhecer melhor alguns pontos turísticos!

Começamos pelo Jardim Botânico, lindo! Mas achei o Palácio de Cristal um pouco mal cuidado… os jardins tão bem cuidados e o principal meio largado.

Na seqüência, tínhamos decidido ir para o MON – Museu Oscar Niemeyer, mas ao chegarmos lá, descobrimos que o museu não é dedicado somente ao arquiteto e o Olho estava fechado para a preparação da próxima exposição, e decidimos ir somente ao café do MON, tomei um coffee-shake com essência de macadâmia e dividimos um struddel de maçã, que nem se comparava ao que tínhamos comido no dia anterior.

Fomos então para Bosque do Papa, que fica ao lado do MON, onde conhecemos o melhor doce que existe, o Kremówka. Mas no sábado, acabei comendo um folhado de doce-de-leite.

De lá fomos para a Ópera de Arame, que ao lado da Pedreira Paulo Leminski forma uma paisagem linda. Lá comemos uns salgados e uma porção de calabresa com polenta frita… a lingüiça estava cortada bem fininha, o que deu uma crocância legal, mas a polenta parecia que tinha sido frita novamente.

Já chegando a final da tarde, fomos para o parque Tanguá, que tem uma vista incrível dos limites da cidade. E voltamos para o hotel para descansarmos.

À noite queríamos algo diferente e bem gostoso, encontramos um festival de fondue no bairro de Santa Felicidade, no restaurante Petit Chateau.

Estava mesmo uma delícia, começou com o de queijo, com pão e batata bolinha para mergulhar, na seqüência veio o de carne (bovina, frango e suína) que tinha treze molhos para acompanhar, vamos ver se lembro de todos… gorgonzola, bacon, alho,  tártaro, rose, tomate seco, cebola agridoce, alho frito no azeite.. e outros que não estou lembrando! E para finalizar, frutinhas e marshmallow com chocolate normal e branco. Para acompanhar tudo, tomamos suco de uva integral, basicamente um vinho sem álcool, muito bom! A conta foi salgada, mas valeu a pena.

E assim terminou o sábado… no domingo, teve mais Kremówka, costela e sopa… mas fica para o próximo post da série!


Primeira Vitória – Feijão Carioca

Tragédia clássica

Parte 2: O Retorno da Aprendiz de Cozinheira

Primeira Vitória: Feijão carioca

Estrelando: Juju Barbosa

Depois de uma conturbada semana de muita discussão, reflexão, desilusão e muitos, mas muitos conselhos vindos de corações tão queridos e solidários, visto a camisa para viver minha segunda experiência na cozinha e primeira na tentativa de fazer um feijão. Entrei no campo com a cabeça baixa, típica de um time que estreou com favoritismo, cheio de expectativas e que perdeu o jogo de lavada no seu próprio estádio, com a torcida toda assistindo (vide post: primeira tentativa – arroz branco).

Porém nesta nova partida algo havia acontecido, aparentemente e porque não, surpreendente, de alguma forma esse time (que na verdade sou eu) tinha evoluído, mesmo que pouco. De cara já destaco a calma, hoje eu estava absolutamente calma, sem pressa e até com o coração leve, percebi isso na hora que estava escolhendo o feijão, antes de lavar, sim, esse sim eu tenho certeza, é necessário escolher e lavar.

Tomei uma lição: cozinha e pressa não necessariamente combinam, pelo menos quando se está aprendendo, é fundamental se entregar, nem que seja por uma hora, uma vez na semana. E isso foi uma lição que também valeu para um outro aspecto da minha vida, mas que não vem ao caso, uma vez que não se refere a comida (risos).

Os Ingredientes

  • 4 xícaras de feijão carioca escolhido e lavado
  • quanto baste de água
  • 1 linguiça calabresa picada
  • 1 colher de sopa de alho picado
  • sal e cebola à gosto

O Preparo

Depositá-lo na panela de pressão (dessa vez eu já sabia de cara qual panela usar) com o triplo da medida de água ( tomando como referência a quantidade de feijão) para o cozimento. Algo como que três dedos de água a partir da superfície do feijão.

Tampar a panela e iniciar o cozimento.

Pausa para um desabafo.

Sempre tive pavor de panela de pressão, morri de medo o tempo todo mas pensei que tenho que aprender a mexer com ela, os medos não podem nos dominar . Na brincadeira, bolei um código com uma amiga: Caso em duas horas eu não entrasse em contato, ela chamaria o corpo de bombeiros. Felizmente não foi necessário.

Fogo alto á principio, essa minha dificuldade ainda é uma dificuldade, mas já menor, assim como o medo de me queimar, a frescura com o cheiro da cebola e do alho na mão e com a ardência  nos olhos, ainda provocada por estes e a insegurança na hora de arriscar a quantidade de sal e dos condimentos para o tempero. Iniciava-se naquele momento, a minha primeira verdadeira vitória na cozinha.

O tempo de cozimento do feijão para mim ainda é uma incógnita, mas como aprendi a abrir a panela de pressão embaixo da torneira, fui cozinhando de acordo com meu próprio “feeling”. Vocês repararam na palavra que usei? Feeling, este pela primeira vez despertado, junto com o olfato e com um paladar, agora, um pouco mais sensível.

Após 35 minutos, aproximadamente, comecei a me prepara para o tempero do feijão.

Numa panela à parte utilizei: lingüiça em pedaços, esta deve ser frita primeiro pois demora mais para fritar do que o alho e a cebola ( parece óbvio, mas foi para mim uma preciosa dica), posteriormente, acrescentei alho, sal e cebola picada. Quando os condimentos já estavam devidamente refogados, com um concha, selecionei uma parte do feijão que estava sendo cozido e despejei nessa panela. Após um tempo de mistura, coloquei o conteúdo da panela do tempero na panela de pressão, misturando novamente e deixando este cozinhar por mais um período.

Acredito ter descoberto um segredo, segredo pelo menos para mim, qual seria esse segredo: o caldo. Para deixar este mais grosso (que é da minha preferência) é necessário deixá-lo cozinhando, pode parecer bobo, mas esse raciocínio veio sozinho, ninguém nunca me contou isso e eu também nunca tive a curiosidade de saber.

Tudo estava indo bem quando minha mãe, de viagem, me ligou. Ao contar para ela a minha façanha, aquela ficou desesperada e me ligou um tempo depois novamente para saber se a filha dela, e principalmente a casa, existiam ainda.

No final da cocção houve um momento que achei necessário colocar um pouco mais de sal, por um instante acreditei ter estragado tudo, achei que tinha exagerado, mas foi apenas impressão. Quando meu irmão chegou em casa (ele que é super chato pra comida e havia já tirado o maior barato da minha primeira tentativa de arroz branco) experimentou e disse: Bom, muito bom inclusive, só falta cozinhar um pouco mais pois o grão ainda esta meio duro. Era verdade, minhas preocupações com o caldo e com o tempero eram tantas que me esqueci de verificar o detalhe da textura do grão, de como este se encontrava, nada grave, dentro de 20 minutos aquilo estava solucionado.


Meus queridíssimos amigos do Conversa na Cozinha, tenho o enorme prazer de relatar a vocês a minha primeira e bem sucedida tentativa de cozinhar, no caso, feijão. Meu primeiro feijão, este que eu cansava de plantar na escola, este que para mim representa o ápice da transmissão do amor na culinária,  hoje, meu jantar, feito por mim.

Algumas boas experiências já adquiridas: calma, um pouco mais de confiança, uma vontade maior de cozinhar para alguém (pois eu vou comê-lo sozinha e não estou achando muita graça nisso) e a descoberta de um grande aliado na cozinha, uma espécie de despertador, logo, dedico meu primeiro êxito ao meu melhor amigo:

O despertador

Timer

 

Que inclusive foi presente da dona da cozinha. É, ela sabe das coisas… Sempre.


Festa de N. Sra. Achiropita – Valores 2010

Bom, acho que todo mundo já sabe bastante sobre a Festa de N. Sra. Achiropita, já foi citada aqui no blog várias vezes por mim e pelo marido!

Muita gente tem buscado saber os valores da festa, por isso segue!


Vamos começar pelo macarrão, temos 2 tipos: Penne (que é melhor, pra quem vai comer de pé!) e Spaghetti. Cada prato serve bem uma pessoa, ou até duas! Principalmente se for experimentar outros pratos da festa!

Vem caprichado no molho ao sugo, no queijo e acompanha uma fatia de pão italiano!

R$ 7,00 pra comer na hora! Ou então +R$1,00 a embalagem pra viagem!


Fogazza, a maior fila da festa 🙂 – Recheio de Mussarela, orégano e tomate! R$ 5,00 cada!



Fricazza, massa feita à base de batatas, pode ser recheada de calabresa ou mussarela! R$ 15,00 inteira ou R$ 4,00 o pedaço!


Mini Pizza de mussarela R$ 3,00


Polenta, um pedaço bem generoso e maravilhoso, mesmo quem não gosta de polenta, devia experimentar! Vem caprichada no molho à bolonhesa e no queijo! R$ 6,00


Espetinho de Carne – R$ 3,00


Churrasco no pão, com ou sem vinagrete (vale muito a pena!) R$ 4,00


Calabresa, em duas versões: Na Brasa ou na Chapa, também acompanha vinagrete! R$ 4,00


Típica: Antepasto, berinjelas, cebolas, pimentões, sardela, etc! Delícia! R$ 7,00


Típica: Pimentão Recheado R$ 7,00


Típica: Berinjela Recheada R$ 6,00


Pedaços de Amor – Deliciosos Espetinhos de Frutas cobertos com chocolate, tem de morango, uva, banana ou acabaxi! R$ 3,00


Doces deliciosos, de vários tipos! Sai por R$ 4,00 cada um deles!


Souvenir – Quem visita a festa não pode deixar de levar uma lembrancinha pra casa, tem terços, camisetas, chaveiros, brincos, imagens, medalinhas, etc! Preços Variados!


E além de tudo isso, também tem as barracas de bebidas, com vinho, cerveja, refrigerante e água, os preços variam de R$ 1,00 a R$ 3,00!

E aí, já fez as contas? Vem correndo, porque só faltam 3 finais de semanas pra acabar a festa!

As formas de pagamento são: Dinheiro, Cartão de débito ou crédito (Master e Visa).


Marido na Achiropita – A festa

Continuando a série sobre a festa de N. Sra. Achiropita, vou falar hoje sobre a festa em si que este ano chega na sua 84ª edição.

A festa acontece todos os anos, durante cinco finais de semana, geralmente sendo quatro em agosto e o primeiro de setembro, mas em 2010 o dia 01/08 será um domingo, assim o primeiro dia da festa será no dia 31/07, quando ocorre uma cerimônia de abertura as 17:30hs. E o último dia será 29/08 quando acontece o encerramento com muitos fogos.

O horário da festa é aos sábados das 18:00 às 00:00 e nos domingos das 17:30 às 22:30.

Duas partes compõem a festa, uma é a Cantina Madona Achiropita, um salão atrás da igreja é forrado de mesas e tem show ao vivo, leião e sorteio de brindes. Aos sábados há uma grande mesa de antepastos e pratos quentes à vontade e no domingo o convite dá direito a um prato de macarrão. Mas para ir na Cantina é preciso comprar os convites com antecedência, pois costumam acabar rapidinho. Eles começaram a serem vendidos no sábado (03/07) na secretaria da Igreja. Maiores informações nos telefones (11) 3105-2789 / 3283-1294.

A segunda parte, são 35 barracas montadas nas ruas Treze de Maio, São Vicente e Dr. Luiz Barreto, a entrada é franca e você compra as coisas nas próprias barracas. Vamos ver se lembro de todas as barracas:

  • Fogazza I e II – A menina dos olhos da festa, desde a 82ª são duas barracas que vendem para desafogar um pouco a barraca da 13 de maio, a maior da festa. Recheada de muzzarela com tomate, chega ter mais de 15.000 unidades vendidas em uma única noite! Totalmente feito no mesmo dia, a massa começa a ser feita ainda de manhã, assim como o recheio começa a ser preparado, ralando o queijo e picando o tomate. Um verdadeiro batalhão de mais de 100 pessoas fazem uma linha de produção que permite a incrível marca.
  • Fricazza – Uma massa leve à base de batatas, forma uma espécie de pizza/pão que é coberta por muzzarela ou calabresa fatiada. Vendida inteira ou em pedaços, costuma fazer bastante sucesso. Pode ser meio à meio.
  • Típica – A única barraca que vende mais de um tipo de comida, tem peperoni (pimentão) ou melanzana (berinjela) recheados, antepasto (berinjela preparada de 3 formas diferentes, pão, sardela) ou só a porçãozinha de pão.
  • Macarrão I, II, III e IV – As 3 primeiras são de Spaghetti e a última de Penne. Ao contrário do que muita gente pensa, a massa não é feita na festa, é fornecido por patrocinador. O que faz o sucesso do macarrão é o molho, esse sim feito na cozinha da festa durante a semana e com receita guardada a sete chaves pelas nonas da festa. O prato é sempre bem servido, acompanhado de queijo ralado e umas fatias de pão italiano.
  • Polenta Bolognesa – Outra maravilha da festa, uma deliciosa polenta firme coberta com molho bolognesa e queijo ralado.
  • Calabresa Brasa e Chapa – Nas duas barracas servidas da mesma forma, no pão com vinagrete.
  • Churrasco Brasa I e II e Chapa – Na brasa é na forma de espeto, sempre tem uma farinha e um molho de pimenta para quem gosta. Na chapa, é no mesmo esquema da calabresa, um bife no pão acompanhado de vinagrete.
  • Pizza I e II – Mini pizza de mussarela, feita na chapa na hora. Sempre bem recheada, é de dar água na boca ver as pessoa comendo com o queijo puxa-puxa fazendo propaganda.
  • Pedaços de Amor I e II –  Espetos de fruta cobertas com chocolate, tem morango, uva e abacaxi.
  • Doces I e II – Doces tipícos italianos como o crustolli, sfogliateli, canolli e outros. Mas também tem doces ‘normais’, como bolos, quindim, torta de morango e muitos outros.
  • Bar I, II, III – Cerveja, refrigerante, sucos, água e vinho. O vinho além do seco ou suave, tem o vinho quente com frutas, que sempre faz sucesso no frio de agosto.
  • Latinha I, II, III, IV – Barracas quem vendem refrigerante, sucos e água espalhadas entre as barracas.
  • Souvenir – Diversos itens para presentear ou levar de lembrança, tem o famoso pandeirinho da festa, boinas, imagens, terços e muito mais.
  • Rifa – A tradicional rifa da festa, sorteia todo ano um carro 0km e o mais legal, um queijo provolone de 2 metros de altura e 100kg !!! Para acompanhar, o ganhador do queijo leva junto um tonel de 40 litros de vinho!
  • Brinquedos e diversão – São diversas barracas de diversão para alegrar a garotada. Inclusive com aqueles pula-pula infláveis gigantes.

Toda essa estrutura é composta e mantida por mais de 1000 voluntários que perdem todos os finais de semana de agosto, carregando peso, ficando horas em pé, passando frio ao pegar as latinhas no gelo ou passando calor ao ficar horas na fritadeira de fogazza. Todo mundo é voluntário, desde os cinco casais da equipe de festa, que são aqueles que organizam tudo durante o ano todo, à rapaziada que fica trepado nas grades das filas para tentar organizar as coisas.

Talvez você esteja se perguntando, para que tudo isso? Porque tanta gente trabalha tanto e de graça? Por que tem gente que precisa. Todo o dinheiro arrecadado com a festa, sustenta durante o ano todo:

  • CEDO – Cerca de 400 crianças são atendidas pelo Centro Educacional Dom Orione, onde recebem reforço escolar, atividades extra-curriculares, no período em que não estão na escola.
  • Creche Mãe Achiropita – Atende mais de 100 crianças da comunidade de 0 a 6 anos, cujos pais precisam ir trabalhar.
  • MOVA – No mesmo espaço do CEDO, à noite é realizado o Movimento de Alfabetização de adultos, que é reconhecido pelo MEC e tudo mais, fornecendo o diploma no fim do curso.
  • Espaço Social D’Achiropita – Onde são servidos 160 almoços por dia para moradores de ruas.
  • Casa Dom Orione – Há um espaço para atender moradores de rua, onde podem tomar banho e cuidar da higiene, contam com apoio psicológico e até de advogados. E também é onde a Melhor Idade se encontra para realizar diversas atividades, como dança, artesanatos e muito mais.

E outras obras sociais da igreja, como as pastorais da juventude, vicentinos e outras.

Tudo isso é mantido basicamente pelo dinheiro arrecadado pela festa e quem é da comunidade, vê o resultado o ano inteiro.

Fazemos pelo amor ao próximo, para fazer a nossa parte por um mundo melhor. E, claro, é uma grande diversão trabalhar ao lado de pessoas que também estão dispostas a se doar desta forma. Lembro que comecei a participar da festa apenas pela curtição, mas hoje, o que me motiva a estar lá todos os anos, é a sensação de realização de poder ajudar a quem precisa. É atender o chamado da Santa.

Bem, vou ficando por aqui, acho que já falei bastante. A esposa já fez algumas dessas delícias em casa, como a fogazza, o vinho quente e a sardela. Eu fiz a calabresa. E pretendemos fazer mais coisas para mostrar aqui para vocês.

Até o próximo capítulo da série…


Marido na Achiropita – Calabresa

No longínquo ano 2000, quando ainda estava para me formar no colegial, fui levado por um amigo ao Encontro de Jovens da igreja de Nossa Senhora Achiropita, após o encontro me falaram ‘se cadastre para trabalhar na festa!’. Festa? Que festa? ‘A festa italiana que acontece todo ano!’ e motivado muito mais pela curtição do que qualquer outra coisa resolvi me inscrever.

Na verdade já tinha ouvido falar na festa, assim como muitos já tinha visto a propraganda na TV durante o mês de agosto. E principalmente por causa do meu tamanho avantajado, me colocaram para trabalhar na barraca do macarrão. Foi uma surpresa para mim, gostei muito de trabalhar na festa, saia todos dias acabado, todo dolorido, mas saia feliz! Era um descanso carregando pedra que me deixava me sentindo muito melhor! Nos anos seguintes, não pensei duas vezes quando me chamaram para trabalhar, por mim podia ter a festa o ano todo!

Por causa da festa mantive um pequeno contato com o grupo de jovens, não frequentava as reuniões, mas conhecia o pessoal e por causa disso acabei conhecendo a Rafa, a mulher da minha vida!

Vou fazer uma série no ‘Marido na Cozinha’ sobre a festa da Achiropita e em cada um dos post vou imitar alguma delícia vendida na festa. Para começar, uma iguaria da mesma região de onde veio a fé em N. Sra. Achiropita, a calabresa!

Na festa ela é vendida em duas barracas, cada uma para a preferência do freguês, uma é na chapa e a outra no brasa servida geralmente no pão com vinagrete, mas tem gente que pede como porçãozinha.

Para mostrar a vocês, fiz na chapa por ser mais simples e por que prefiro mesmo. 🙂

Não tem muito o que explicar na calabresa, para 4 sanduíches:

  • 4 pães franceses
  • 6 gomos de linguiça
  • 2 tomates
  • 1 cebola grande
  • 1 maço de cheiro verde

Pique o tomate, a cebola e o cheiro verde, misture e tempere a gosto, eu utilizei um tempero que a esposa fez para a salada no almoço, uma mistureba muito boa! Qualquer dia ela posta aqui…


Frite bem a linguiça e depois de pronta, divida pela metade no comprimento e coloque 3 metades em cada pão, assim como é servida na festa.


Depois é só mandar pra dentro.


Só para dar água na boca, ainda vai rolar por aqui: fogazza, fricazza, pedaços de amor, churrasco, Sfogliateli e muito mais!