Novas experiências: Salgado e doce

Fonte: Getty Images

Fonte: Getty Images

Bom dia! Boa tarde! Boa noite! (tudo depende da hora que vocês estiverem lendo este post).

Essa semana aproveitarei a oportunidade que tenho aqui para relatar as experiências que vivo (ou melhor, sinto) quase todos os dias ao almoçar no restaurante do meu local de trabalho.

Acho pertinente relatar essa experiência, pois há muito tempo venho pensado em como gostaria de cozinhar, assim que me formar neste blog como uma cozinheira experiente. Sempre penso em que cara, estilo e sabor especial que gostaria que minha comida tivesse.

Gente, o lance é o seguinte, quando era mais nova eu não curtia muito essa parada de doce misturado com salgado, sei lá, tipo arroz com maçã, maionese com uva passa, enfim, venho curtindo muito essa mistura… em especial nos risotos. Onde eu trabalho a comida é toda pensada para a terceira idade, logo é uma comida sem muito sal, com tempero voltado para ervas, os doces todos preparados com frutas e muitos pratos também misturados com frutas. As frutas também são alimentos e vão muito bem com pratos salgados. Eu nunca imaginei que fosse gostar disso, muita gente no meu trabalho não gosta e eu conheço também muita gente que não acha bacana misturar esses dois tipos.

Na semana passada eu comi um risoto de quatro queijos e maçã verde, na semana retrasada eu comi risoto de abóbora, queijo parmesão e salada de manga com rúcula, gente, simplesmente divino. Pensando em uma identidade para minha culinária fui conversar com as nutricionistas do local e elas me falaram que tudo não passa de um grande” jogo de experimentação de quem gosta de comer, cozinhar e se preocupa com uma comida mais saudável”.

Há um tempo a dona da cozinha, que é muito minha amiga, vez um prato MARAVILHOSO sem usar muito sal, ela fez o tempero com alecrim e outros condimentos, achei o máximo aquele sabor especial, além de muito artístico. Esse lance de misturar doce com salgado também me chamou muito a atenção, sem falar que segundo minhas próprias impressões e segundo também estudos das nutricionistas que conversei, as frutas na comida, além de ressaltar o sabor de alguns alimentos diminuem a necessidade de se comer uma sobremesa muito calórica depois do almoço ou do jantar, “é como se você comece tudo junto e misturado literalmente, lembrando que você optou pelo melhor estilo de comida”.

Não sei o que vocês acham, mas também quero que minha comida seja arte, experimentação, sentido e acima de tudo, saudável. Sei também que esta mistura é muito polêmica, mais daqui pra frente vou pensar mais nessas misturas e conto tudo pra vocês, justificando sempre as minhas escolhas.

Ok, mas pra chegar até lá é necessário saber fazer o básico bem feito.

Planos futuros…


1001 Comidas para Provar Antes de Morrer

Vocês se lembram quando eu resenhei sobre o livro 1001 Vinhos para Beber Antes de Morrer? Pois é, eu adoro esses livros com 1001 coisas para fazermos antes de morrer. E como, pelo amor de Deus, COMO, eu esqueci desse livro? “1001 Comidas para Provar Antes de Morrer”!

Mais um livro que entra para a minha listinha de “altamente desejado” e claro que eu não poderia deixar de indicá-lo à vocês! Todo o conteúdo faz com que a gente tenha o desejo de experimentar tudo aquilo que nos é apresentado, mesmo que não faça muito a nossa cabeça.

São vários autores trazendo, em 960 páginas (bem grossinho, hein?), pratos encontrados ao redor do mundo. São sabores que passam dos deliciosos aos extravagantes, dos populares aos irresistíveis, daqueles de fazer dar água na boca como daqueles de fazer torcer o nariz. Mas que, como o próprio título diz, devemos experimentar antes de morrer. Não podemos falar que não gostamos se não experimentarmos!

Foi organizado por Frances Case e contou com a colaboração de 53 especialistas. Eles pesquisaram a fundo e trouxeram só os melhores alimentos, diferenciados por seu sabor, aroma e/ou textura. E o mais legal: esse livro é altamente ilustrado, ou seja, não tem como não ter vontade de experimentar tudo! São fotos incríveis, de dar muita, mas muita água na boca!!!

Além disso, eles detalham cada alimento, contam sua história, de onde vem, porque ele é tão especial e te mostra como é a melhor forma de prepará-lo. Assim, você não pode dizer que não gostou porque provavelmente o preparou errado. 😀 Você só não prepara mesmo se não quiser (ou se não tiver acesso aos ingredientes, o que pode acontecer, infelizmente). Vale também preparar aquela receita preferida para um jantar que você vai dar e surpreender a galera!!!

Esse livro é da Editora Sextante! Infelizmente, ele não é tão em conta quanto os outros livros que tenho apresentado à vocês. Nas principais lojas virtuais, encontrei de R$ 41,60 à R$ 59,90*. Mas eu super acho que vale a pena. Esse livro é literalmente delicioso! Juntamente com o “1001 Vinhos Para Beber Antes de Morrer”, é um dos livros que todo apaixonado por cozinha deve ter na estante!!!

Quero lembrar que tá rolando a Promoção Receitas Preferidas do Chef Claude Troisgros! Faltam seis dias para terminar, mas ainda dá tempo de participar!!! Você não vai querer ficar de fora, né? Boa sorte para todos!!!

Quarta-feira que vem eu estou de volta e com o resultado da promoção!
Beijos

(* Os valores do livro foram pesquisados nas lojas virtuais da Saraiva, Siciliano, Submarino, Americanas, FNAC e Livraria Cultura)


Salada Esperta

Olá a todos os meus queridos companheiros do Conversa na Cozinha!

Espero que no mínimo estejam se divertindo com a minha coluna, porque se deliciando, provavelmente vocês não estão.

A aventura de hoje, pois de fato foi uma aventura, é:

Salada esperta

Porque salada esperta? Muito simples, sua comida deu errado? Você pode apelar pra salada! Uma boa saladinha pode dar um super disfarce. Uma dica simples que um aprendiz sempre tem que saber no começo, um toque carinhoso de quem não sabe para quem também não sabe. Gostou? Então vem! Dessa vez não tem tantas medidas e nem que refogar nada, muito menos sangue de alguma coisa, só o liquido da beterraba.

Primeiro de tudo e super importante: óbvio que eu não sei ir á feira e escolher os alimentos da forma correta, se tá verde, se tá maduro demais, se tá de vez, aliás, o que é isso? Mas para fazer a salada você tem que ter verduras e legumes na sua casa, e se não tem você deverá ir escolher e comprar, então a aventura começa:

Primeiro passo: escolha dos alimentos para a salada

Alface: super manjado em qualquer salada. É legal optar pelas folhas que não estiverem manchadas e nem murchas (isso é bem difícil, quase uma utopia achar um pé de alface todinho assim, então o lance é chegar em casa e se desfazer das folhas que não sejam bacanas).

Tomate: o negócio nesse caso é: a aparência é fundamental, ou seja, o tomate tem que estar bonito, com a casca bem boa. Quando for sair de casa para comprar um tomate, saia com o rei na barriga, sem dó nem piedade. Mais uma dica:

Tomate mais molinho: especial para molhos.

Tomate mais duro: bom para saladas.

Cenoura: optar pelas mais finas (que costumam ser um pouco mais macias que as grossas), com as cores mais vivas e sem manchas.

Beterraba: gente, que bicha feia que é uma beterraba! Nesse caso se opta pelas mais duras e sem manchas.

Pepino: quase o mesmo caso do tomate, a beleza é fundamental, tem que estar durinho e sem manchas.

Cebola: apertar a danada pra ver se ela não está podre. Só isso.

Obs: tem um tipo de pepino chamado pepino japonês, eu não conhecia, ri bastante quando vi. Bobagem minha, aliás, quantos formatos fálicos no reino dos legumes! Não que eu tenha algum tipo de perversão, longe de mim! 😀 .

Fonte da pesquisa: os donos das barracas na feira.

Depois desse passo super divertido que é ir á feira e ficar no meio daquela gritaria toda, desviando de tudo e levando milhares de cantadas (entendendo isso também como experimentar um monte de coisas de graça), mãos a obra:

O preparo:

Lavar os alimentos de acordo com seu tempo e preferência (ha uma série de formas de se lavar uma verdura ou um legume, algumas até que utilizam cloro, para esta experiência utilizei água corrente em abundância).

Retirar a casca dos itens, o determinante na escolha de muitos deles agora será eliminado, não é necessário retirar a casca do tomate para a salada.

Importante: sim, se retira a casca da cenoura, isso para mim deixou de ser novidade á pouco tempo.

Picá-lós ou ralá-los em um recipiente (nesta experiência eu vou ralar a cenoura, o pepino, e a beterraba).

Dica de vida ou morte: cuidado com o ralador. Parece inocente, mas não é.

Chegamos ao ponto alto da salada:

O tempero

Aqui não tem como fugir tanto das medidas, não é tão difícil acertar, mas não deixa de ser importante.

Para temperar a salada eu utilizei: Vinagre(três colheres), Sal(duas pitadas) e azeite(três colheres), misturando estes aos itens anteriores. Como não tenho prática e ainda não confio no meu “olho”, experimentei a salada a cada passo para assim encerrar a etapa do tempero.

Está ai a saladinha para encher a barriga e o coração (mais a barriga). A minha mamãe querida já voltou de viagem e de cara já me deu uma dica: da próxima vez deixar mais raladinho a cenoura e a beterraba.

Vou utilizar uma parte do pepino que não foi pra salada para fazer uma máscara 😀 .

Até a próxima aventura, minha vida não sabe mais o que é monotonia depois que me arrisquei a participar deste blog.


Tendências de Cozinhas

Nada mais apropriado para falar de tendências de design em cozinhas do que o título do blog: Conversa na Cozinha. Cada vez mais a cozinha é o coração da casa, onde a família se encontra e os amigos conversam com os novos gourmets. Cozinhar é muito mais prazeroso quando outros se juntam para comer. E é ainda mais gostoso se eles se juntam para cozinhar. Por isso ela tem que ser cada vez mais prática, aconchegante e confortável para exercer tantas funções. A cozinha agora é um ambiente social da casa.

Cozinha Social

Consumo consciente

Outra grande tendência é o consumo consciente, mas de uma forma bem abrangente. Começando pelo consumo, as pessoas não compram móveis ou decidem a cor da parede pensando no longo prazo, como antigamente.
Gerações que surgiram num mundo descartável vão consumir cada vez mais. O dia que enjoarem da parede berinjela, pintam de outra cor sem drama. O móvel que saiu de moda pode ser vendido no Mercado Livre ou doado para pessoas que precisam num piscar de olhos. Ou seja, a decoração fica cada vez mais próxima da moda: dinâmica e autêntica.
Mas a conscientização ecológica que também chega cada vez mais forte nos direciona para as origens, para o reuso, para baixos consumos de energia e água, para a busca de móveis que podem ser readaptados no futuro. Por isso os móveis de nossos avós começam a voltar repaginados para casas modernas. O vintage e o retrô nunca estiveram tão fortes.

Além da consciência ambiental, a atenção à saúde e a crise econômica mundial, ainda presente, também influenciam o consumo e o design de cozinhas. Na linha da saúde, as hortas estão cada vez mais presentes para garantir alimentos mais saudáveis e frescos, os fogões trazem alternativas para cozinhar com vapor e grelhados. E na linha econômica, o luxo se torna mais humilde – clássico, minimalista e simples.

Cores

As cores da moda vêm justamente dos sentimentos relacionados ao consumo consciente e à esperança do fim da crise – muito branco e cores neutras, assim como toques super coloridos, brilhos intensos e metálicos.

Mas a tendência mais importante de todas é a da autenticidade, a fuga do lugar-comum. Por isso invente bastante, solte sua criatividade e tenha uma cozinha com a sua cara, e não do jeito que alguém disse que está na moda 😉

Se você quiser mais dicas de design de cozinhas, visite o Casa da Id&a e sinta-se em casa. Te vejo por lá!

Imagens: Freshome, Adore Magazine, Miele, Casa, Coisas & Tal

Manuela Mitre é Designer de Interiores e começou com o seu próprio apartamento, mudando até a cozinha de lugar. Ela conta que ficou fantástico! Criou o Casa da Id&a em 2009 para compartilhar um pouco do que acredita ser Design de Interiores de verdade – inspiração, design e arte. Sem “pode” ou “não pode”, o que importa é a mensagem e a sensação que o ambiente transmite. E isso inclui, claro, sua funcionalidade.

https://casadaidea.wordpress.com/ entre e sinta-se em casa!


Como manter a geladeira em ordem

Manter a geladeira sempre em ordem não é perda de tempo e muito menos um capricho. Quando tudo está limpo, bem acondicionado e no lugar certo, a sua vida na cozinha fica muito mais fácil. Isso sem falar no desperdício de alimentos que você acaba evitando.

Veja aqui algumas dicas que vão ajudar você nessa tarefa:

 

1º passo: Capriche na limpeza

– Para começar, tire tudo da geladeira. Em seguida, desligue o aparelho da tomada.

– Se não tiver um modelo frost free, você precisa descongelar aquela camada de gelo que se forma no freezer. Desligue algumas horas antes e mantenha a porta semiaberta. Mas cuidado com a água do degelo. Para evitar sujeira, coloque uma vasilha grande onde a água escorre e depois descarte.

– Para limpar, use uma esponja suave ou um pano macio com um detergente ou sabão neutro. Nunca use produtos abrasivos ou muito fortes porque além do odor, eles podem riscar ou corroer o plástico e o esmalte de sua geladeira.

– Retire as gavetas e as prateleiras removíveis e lave cada uma. Passe um pano úmido em tudo, depois a esponja com o produto que escolheu. Enxugue com cuidado usando um pano macio, seco e limpo ou uma toalha.

– Atenção especial para a borracha da porta. Mantenha sempre limpa e verifique constantemente se ela não está ressecada. Se a porta não fechar direito, a geladeira consome muita energia, além de não alcançar a temperatura desejada.

Dicas:

– A limpeza deve ser feita todas as semanas, de preferência um dia antes da compra de perecíveis. Os resíduos não limpos podem provocar odor desagradável e contaminar o sabor dos alimentos.

– Depois de limpa, coloque algumas folhas de louro no interior da geladeira para absorver os odores fortes de alimentos.

 

2º passo: Deixe tudo organizado

Pronto. Agora que a sua geladeira está perfeitamente limpa, mãos à obra. Lembre-se de que cada área da geladeira tem uma temperatura diferente para que os alimentos sejam armazenados de forma correta e não estraguem antes do tempo.

Comece de baixo para cima:

– Gavetas: Conserve legumes e verduras em embalagens plásticas e afastadas do congelador para evitar que o frio queime as folhas. Salpique água e retire completamente o ar das embalagens antes de fechar.

– Primeira prateleira (inferior): Armazene as frutas logo acima das gavetas. As mais macias podem ficar em bandejas e as mais duras, embaladas em sacos plásticos.

– Segunda prateleira (intermediária): Conserve nessa prateleira os alimentos que vão ser consumidos rapidamente como bolos, doces e tortas. Sopas e caldos também, porém sempre em recipientes com tampa. Dê preferência aos formatos quadrados ou retangulares, que são mais fáceis de organizar.

– Terceira prateleira (intermediária): Armazene nessa prateleira os ovos (em vez de colocá-los na porta, como é sugerido pelos fabricantes), assim você evita a trepidação do abre e fecha da geladeira, além de mantê-los sob temperatura constante. Guarde também os alimentos que sobraram da refeição em recipientes plásticos ou de vidro, bem tampados.

– Quarta prateleira (superior): Nessa prateleira guarde a manteiga, o requeijão, o leite, os frios e os queijos, em recipientes bem fechados. Nela devem ficar também os refrigerantes, sucos ou água, se quiser que fiquem bem gelados.

Se houver uma gaveta de carnes logo abaixo do freezer, é lá que você deve mantê-las, incluindo os frios e as salsinhas.

– Porta de geladeira: A porta acomoda o ketchup, a mostarda, as geleias e compotas, a azeitona e as conservas, os refrigerantes em lata, caixas de suco ou leite abertos, e mesmo os alimentos infantis. Mas atenção: não exagere no peso. Isso prejudica o fechamento da porta e compromete a durabilidade da sua geladeira.

Dicas gerais:

– Alimentos que estragam facilmente devem ficar o mais perto possível do congelador.

– Posicione os alimentos para que o ar frio circule ao seu redor. Isso garante que ele será resfriado por completo.

– Enlatados nunca devem ser mantidos em seus recipientes originais. Depois de abertos, eles podem oxidar em contato com o ar e comprometer o alimento. Mantenha-os em recipientes plásticos ou de vidro, devidamente tampados.

– Mantenha os alimentos frescos em prateleiras separadas dos industrializados.

– Se quiser conservar bolachas, torradas, cereais ou mesmo salgadinhos sempre crocantes, feche-os adequadamente e guarde na geladeira, nas prateleiras intermediárias.

– Mantenha a água sempre bem tampada e dê preferência às garrafas de vidro.

Fonte: Sadia