Antepasto de Berinjela

Semana passada eu fui no supermercado, escolhi cebolas, batatas, tomates… o de sempre! E vi as berinjelas lá, tão bonitas! É raro comprar legumes ou verduras se eu não for usar no dia, exceto as cebolas, batatas e tomates… mas eu olhei pra elas e imaginei tanta coisa boa! Eu amo berinjela!

Peguei duas!

Sempre comi antepastos maravilhosos por aí… Já tentei fazer algumas vezes, mas nunca ficou tão bom! Por isso mereceu fotos e receitas no blog!

Ingredientes

  • 2 berinjelas (divida a berinjela em 4 e fatie)
  • 1 cebola em rodelas (cortadas ao meio)
  • 1 tomate em cubinhos (eu deixo a pele e as sementes)
  • 1 colher (sopa) orégano
  • 4 colheres (sopa) de azeite
  • 3 colheres (sopa) de vinagre
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1 colher (sopa) de sal
  • 1 pacotinho de sazon amarelo (opcional)
  • 1 ramo de alecrim

Modo de Preparo


Coloque todos os ingredientes em uma assadeira. Misture bem e leve ao forno por mais ou menos 40 minutos em temperatura alta. Mexendo a cada 10 minutos.


Na hora, quentinho, fica uma delícia… depois fica ainda melhor!

Aqui a gente come no pão, na batata, como acompanhamento e até como recheio!

Faça, não vai se arrepender… e não abra mão do alecrim, faz toda a diferença!


Bife acebolado com Hellmann’s – aprovado!

Todo mundo já viu a propaganda da Hellmann’s e seu suculento bife acebolado? Pois é! Eu vi, fiquei com vontade e fiz… ficou uma delícia, mesmo!

Fui dar uma olhada no site e acabei vendo que existem variações deliciosas desse prato. Não fiz todos, mas confiram os vídeos e me contem se aprovaram, ok?

Veja:

Apartamento Zeladora — Lourdes
Ingredientes: Bife, Cebola, Hellmann’s, Sal, Alho, Pimenta do reino, Coentro.

Conheça a receita da Ana Maria do apto 502
Bife Acebolado com Hellmann´s +Cebola+Pimenta do Reino+Mostarda em grãos+Sal+Vinho branco.

Conheça a receita da Nalva do apto 503:
Bife Acebolado com Hellmann´s + cebola + Alho + Sal + Salsa + Azeite +Orégano.

Apartamento 602 – Carmem
Ingredientes: Bife, Hellmann’s, Cebola, Champignon, Molho inglês.

Conheça a receita da Anahi do apto 603:
Bife Acebolado com Hellmann´s +Cebola+Vinho tinto+Pimenta branca+Vinagre balsâmico+ Azeite+Sal+Alho

Conheça a receita da Dani do apto 701:
Bife Acebolado com Hellmann´s, cebola, Sal grosso, Pimenta preta (Argentina), Azeite, Alecrim, Cachaça


Ingredientes: Temperos

Ervas e temperos

Equilibrar ervas e temperos não é apenas um segredo para dar mais sabor às suas receitas. Pode ser também uma forma de brincar com o seu poder de alquimia, exercitando o seu paladar e o seu olfato, através de combinações inusitadas. Sem falar no efeito relaxante de passar horas na cozinha experimentando novos sabores e aromas.

O resultado final acaba sendo só uma consequência. Por isso, junte os amigos e a família em volta do fogão e convide todo mundo para participar. Esse pode ser um dos momentos mais gostosos do almoço ou do jantar.

Para começar, descubra alguns segredos de como usar as ervas e as principais características de cada uma.
– As ervas devem ser usadas, de preferência, frescas. Com exceção do orégano e do alecrim, que ficam melhores depois de secos, e do tomilho, que fica bom das duas formas.
– As ervas são mais saborosas e perfumadas quando picadas na hora de preparar a receita e, quando for o caso, adicionadas só quando for servir.
– Ao contrário das ervas frescas, as desidratadas (secas) devem ser adicionadas no início do cozimento. Durante o preparo, elas reidratam e trazem aromas e sabores mais marcantes.
– Uma ótima ideia para temperar saladas e carnes é preparar um azeite de ervas. Uma receita básica: acrescente 2 dentes de alho, um mix de pimentas e suas ervas preferidas em um vidro de azeite e deixe tampado por 2 meses para tomar gosto.


HORTELÃ
(Mentha)

Menta e hortelã são dois nomes para um mesmo tipo de erva: a Mentha. No Brasil, chamamos de hortelã os pezinhos da espécie Mentha piperita, e de menta, os da Mentha spicata. Tempero famoso entre os árabes e muito comum em chás e sucos, tem cada vez mais se popularizado na cozinha contemporânea.

Conhecida desde a Antiguidade Greco-romana, Menta era o nome de uma ninfa que se apaixonou pelo deus Plutão. Perséfones, a deusa do mundo subterrâneo, descobriu a paixão da ninfa e, graças à sua ira e ciúme, transformou-a em uma planta rasteira.

Os Romanos usavam a hortaliça em banhos e perfumes e foram eles que a levaram para a Europa.

Hoje, ela pode ser usada à vontade e seu sabor e aroma marcantes dão muita personalidade às receitas. A hortelã vai bem em molhos de tomate, alcaparras, saladas e sucos, além de ser um excelente tempero para carnes. Suas folhas também podem ser usadas para decorar pratos e sucos.

Além de muito saborosa e perfumada, é rica em vitaminas C e A, cálcio e ferro, tornando sua receita ainda mais saudável.

ORÉGANO
(Origanum vulgaris)

As propriedades aromáticas e medicinais do orégano são conhecidas desde a Antiguidade. A palavra orégano (de Origanum) tem origem grega e significa “alegria da montanha”. A erva já era valorizada na Grécia Antiga por seu aroma e sabor fortes, mas foram os romanos que difundiram seu uso por todo o império até que ela chegasse à gastronomia italiana.

Ainda hoje ele é um dos temperos mais utilizados em pratos italianos como molhos de tomate, berinjela à parmegiana, massas e, é claro, nas pizzas, além de dar um toque especial às saladas frescas. Ao contrário da maioria das ervas, que ficam melhores frescas, ele deve ser usado preferencialmente seco.

Uma curiosidade: considerado um tônico para o aparelho digestivo, o óleo essencial* do orégano pode auxiliar na digestão.

*Composto por cervacol, cimeno, linalol e tanino.

Receita curiosa: Vinagre temperado

Os gregos costumavam preparar um vinho aromático e digestivo com ramos de orégano. Para o nosso paladar, o melhor é adaptar essa receita para o preparo de um delicioso vinagre, ideal para temperar saladas, carnes e outros alimentos:
1. Lave bem um ou dois ramos de orégano fresco. Deixe secar completamente.
2. Esterilize uma garrafa e, depois de bem seca, coloque os ramos de orégano fresco. Complete com vinagre de vinho branco ou de maçã até cobrir a erva completamente.
3. Feche bem, usando uma rolha e deixe descansar por 15 dias. Agite o vidro antes de usar.

MANJERICÃO
(Ocimum Basilicum)

O manjericão é quase uma unanimidade na cozinha. Considerado uma erva aromática e medicinal, ele é conhecido desde a Antiguidade pelos indianos, gregos, egípcios e romanos. Para a cultura hindu, é um ingrediente sagrado: representa a deusa Tulasi, esposa do deus Vishnu, e está relacionado aos sentimentos de ódio, amor e luto. Mas apesar da simbologia religiosa, é também muito popular pelo seu poder culinário.

Hoje em dia, é imprescindível na gastronomia italiana e francesa, no preparo de uma grande variedade de pestos e molhos. Além disso, combina perfeitamente com pratos que levam tomate, azeite, limão, carnes vermelhas e massas. Além, é claro, da clássica pizza.

Os tipos são bem variados: o manjericão de folha larga, o de folha miúda e o de folhas roxas. Todos eles têm os mesmos princípios ativos, a diferença está no sabor mais ou menos acentuado.

Como o manjericão é muito delicado, ele deve ser acrescentado instantes antes de servir, pois perde sabor com o calor. Pode ser combinado com outras ervas e deve ser usado, de preferência, fresco.

Dicas:

O manjericão é uma das hortaliças mais delicadas e não pode ser congelada, pois perde aroma e sabor. Por isso:
– Conserve a erva fresca em um recipiente limpo e seco, bem fechado, por até três dias.
– Conserve a erva seca em um recipiente fechado e protegido da luminosidade e umidade.

ALECRIM
(Rosmaninus officinalis)

Verde acinzentado, folhas espinhosas e sabor forte. Essas são as características do alecrim, uma erva aromática bastante rústica e de propriedades estimulantes. Devido a seu aroma característico, era chamado pelos romanos de Rosmarinus, que significa “orvalho do mar”. Combina bem com uma variedade grande de alimentos e pode ser usado fresco, mas é desidratado que concentra mais sabor e aroma.

A erva é um excelente tempero para todos os tipos de carnes, como cordeiro, frango assado, vitela, porco, carne vermelha e peixes. Também pode ser usada para temperar acompanhamentos como batatas, abobrinhas e tomates. Como não perde sabor ou aroma quando exposto a altas temperaturas, pode ser adicionado no início do cozimento, mas o ideal é retirá-lo antes de servir.

Um segredo: você pode espalhar ramos de alecrim sobre o carvão em brasa, em churrasqueiras, para deixar as carnes e legumes assados com um sabor bem interessante.

ALHO
(Allium sativum)

Originário da Silícia ou da Ásia Ocidental, o alho é utilizado há mais de 5.000 anos pelos hindus, árabes e egípcios. Carinhosamente apelidado de Stinking Rose pelos ingleses, que significa rosa mal cheirosa, é utilizado desde a Antiguidade como medicamento. Na Grécia Antiga, por exemplo, era empregado no tratamento de doenças pulmonares e intestinais.

Muito versátil na culinária, pode ser usado das mais diversas formas: cru, refogado, picado, em rodelas, esmagado ou assado, para temperar molhos, arroz, refogados e assados. Os portugueses, em particular, usam o tempero com generosidade em quase todos os pratos da sua gastronomia.

Pesquisas recentes identificaram no alho diversas propriedades terapêuticas: além de ser um antimicrobiano, exerce ação anticoagulante, anti-inflamatória e antioxidante, e fortalece o sistema imunológico.

Dicas:
1. Armazene dentes de alho descascados em um bom azeite de oliva. Assim eles não ressecam e o azeite ganha um sabor especial.
2. Amasse os dentes de alho com sal e conserve na geladeira, em um recipiente bem fechado. Quando você precisar, ele já estará pronto.
3. Antes de usar, coloque os dentes de alho de molho em água fria durante dez minutos. As casquinhas se soltarão facilmente e você não ficará com cheiro nas mãos.
4. Para minimizar o residual que ele deixa na boca, chupe um ou dois cravos-da-índia ou tome um copo de leite.

CEBOLINHA
(Allium fistulosum)

Originária do Oriente, a cebolinha é conhecida há mais de 4.000 anos. Era chamada pelos os chineses de “a pérola entre as verduras”, por causa de seu perfume e propriedades nutricionais e terapêuticas. Veio para o ocidente através de Marco Polo.

Seu sabor, muito parecido com o da cebola, porém mais suave, combina com várias receitas. Normalmente picada em pequenos anéis, é muito usada em omeletes, molho vinagrete, molhos à base de creme de leite para peixes, saladas e sopas. Ótima também no preparo de patês de ricota ou queijo cremoso.

Suas folhas verdes e roliças, compostas por sais minerais, vitamina A, cálcio, fósforo, niacina (estimulante de apetite), fazem dela uma erva muito nutritiva. Considerada um digestivo eficiente, ajuda também no combate de gripes e resfriados.

Dicas:
– A cebolinha fresca resiste por mais tempo se for guardada na geladeira, em um recipiente fechado. Se preferir a versão seca, guarde-a bem fechada e longe da umidade.
– Você também pode picar a erva e congelar em porções individuais, protegidas por plástico-filme.

COMINHO
(Cuminum cyminum L)

As sementes do cominho são pequenos grãos muito difundidos desde a Grécia Antiga. Sua origem é oriental e, de lá, espalhou-se pelo mundo. Hoje, pode ser encontrado nas culinárias do Índico, do Oriente, do Oriente Médio, do México, de Portugal e da Espanha.

Com aroma e sabor muito marcantes, você pode utilizar os grãos moídos ou inteiros no preparo de guisados e grelhados de cordeiro, frango e peixe, entre outras especialidades regionais, como o curry, o chilli, o cuscuz de sêmola e o chucrute. Os famosos chutneys também são temperados com Cominho.

Uma curiosidade: os indianos preparam uma bebida muito refrescante e popular, o Zeera Pani, combinando a erva com suco de tamarindo.

Dicas:
– Aqueça as sementes de cominho antes de moer para enriquecer o sabor.
– Use a erva com moderação para não encobrir outros sabores de seu prato.

FUNCHO
(Foeniculum Vulgare)

Mais conhecido como erva-doce, o funcho tem um perfume agradável e sabor que lembra o anis, levemente refrescante. Originário da bacia do Mediterrâneo, já fazia parte da mitologia grega e romana. Associado a Dionísio, deus do vinho e dos alimentos, foi através de um caule de funcho que o conhecimento dos deuses chegou aos homens.

Hoje, a erva-doce é um ingrediente importante na culinária francesa e italiana. Muito versátil, aproveita-se o bulbo, o caule e a semente, e pode ser consumida cru, cozida ou assada. A culinária mediterrânea, por exemplo, utiliza as sementes para aromatizar molhos e conservas vegetais, como o pepino e a cebola. Já o seu caule fica delicioso no preparo de saladas, sopas e assados.

Apesar de muito saborosa, a erva-doce é pouco nutritiva. Por outro lado, pode auxiliar no funcionamento do intestino e na digestão.

GENGIBRE
(Zingiber officinale)

O gengibre é uma planta cultivada há mais de 5.000 anos, natural da ilha de Java, da Índia e da China. De lá se difundiu para as outras regiões do mundo. Foi levado para a Europa durante as Cruzadas e chegou ao Brasil em menos de um século após o descobrimento.

Raíz de sabor picante, pode ser usado tanto em pratos salgados quanto nos doces, de diversas formas: fresco, seco, cru, cozido, em conserva ou cristalizado. O sabor da erva seca é mais aromático e suave; em conserva, assume um toque mais agridoce.

O gengibre é muito utilizado na China, no Japão, na Indonésia, na Índia e na Tailândia. No Japão costuma-se usar o suco para temperar frango e conservas (beni shouga) e a sua versão em conseva, para acompanhar sushis e sashimis. Já o cristalizado, é um dos confeitos mais consumidos no Sudeste Asiático.

Como planta medicinal, é uma das mais antigas e populares do mundo, considerado um “medicamento universal”. Seus benefícios vem do seu óleo essencial que contém canfeno, felandreno, zingibereno e zingerona. Pode ajudar a combater gripes, tosse, resfriado e é um excelente antioxidante.

Dica:
– Como preparar gengibre em conserva (utilizado na culinária japonesa):

Ingredientes
1/2 kg de gengibre descascado
2 xícaras (chá) de vinagre de arroz
3 xícaras (chá) de água
3 colheres (sopa rasa) de sal
1 1/2 xícara (chá) de açúcar

1. Lave bem e rale 3 raízes de gengibre fresco em fatias muito finas, salgue e reserve por 24 horas.
2. Em seguida, lave muito bem até retirar todo o sal e coloque em uma panela grande com o dobro de água. Ferva por 30 minutos e escorra.
3. Adicione o vinagre de arroz, o açúcar e leve ao fogo baixo. Mexa sem parar para incorporar o açúcar. Espere esfriar e armazene na geladeira, em um recipiente fechado.


SALSA
(Petroselinum crispum)

A salsa é cultivada há mais de 2.000 anos e se tornou uma das plantas aromáticas mais populares na gastronomia contemporânea. Originária da Europa, pode ser encontrada tanto crespa quanto lisa. Ao lado da cebolinha, compõe o famoso tempero chamado de “cheiro-verde” e pode ser utilizada fresca ou seca.

Assim como muitas outras ervas aromáticas, a salsa está relacionada à mitologia greco-romana. Conta-se que Hércules foi coroado com folhas de salsa para celebrar o sucesso de um dos doze trabalhos. Para os egípcios, a erva consistia em santo remédio para a dor de estômago e distúrbios urinários. Já os romanos espalhavam no ambiente de seus intermináveis banquetes, regados a muito vinho, para desintoxicar.

Hoje em dia, a salsa agrada aos paladares mais exigentes. Tanto as folhas quanto os talos temperam com harmonia peixes, frutos do mar, carnes vermelhas, aves, legumes, ovos, sopas, molhos, massas e quase todos os pratos salgados.

Suas folhas são ricas em vitaminas A, B1, B2, C e D, antioxidantes e expectorantes, além de fazerem bem aos rins e trato urinário. Devem ser consumidas cruas, pois o cozimento elimina boa parte dos seus benefícios.

Dicas:
– A salsa resiste por até 3 meses quando congelada: lave bem o maço e pique. Separe em porções individuais, envolva em plástico-filme e guarde em um recipiente tampado.
– Para conservar melhor da geladeira, enrole as folhas frescas em papel-toalha borrifado com água.
– Já as folhas secas devem ficar em um recipiente fechado, longe da umidade e da claridade.

TOMILHO
(Thymus vulgaris)

De origem mediterrânea, o tomilho é uma erva extremamente perfumada, com sabor marcante, picante e um pouco amargo.
Seu nome deriva do grego thymus, que significa “coragem”.Era usada na Antiguidade como incenso para representar graça e elegância. Já os romanos acreditavam que banhos com a erva despertavam a coragem.

Suas folhas e flores podem ser consumidas frescas, secas ou moídas, e hoje são ingredientes indispensáveis na culinária francesa e também na brasileira. Combinam muito bem com carne de porco, aves e peixes, além de patês, guisados, sopas, purês e molhos. Para manter seu sabor e perfume deve ser adicionada ao final do preparo, instantes antes de desligar o fogo. Se puder, retire as ervas antes de servir.

Em infusão, o tomilho pode auxiliar no combate às infecções de garganta e problemas respiratórios.

Dicas:
– Para armazenar, feche bem o tomilho fresco em um saco plástico e guarde na geladeira ou em um copo de água gelada.
– Já a erva seca deve ser armazenada em recipientes bem fechados, longe da luz e da umidade.
– Para preparar o tomilho fresco, remova as folhas dos talos passando as mãos de cima para baixo e depois pique-as. Seu aroma aparece quando as folhas são amassadas, picadas ou esfregadas entre os dedos.

SÁLVIA
(Salvia officinallis)

Erva de cheiro intenso e penetrante, levemente azeda, a sálvia é nativa da região mediterrânea. Seu nome deriva do latim salvere, que significa “curar”. Tida como sagrada, tudo relacionado a ela era repleto de ritos. Os gregos, romanos e árabes usavam como tônico geral e contra mordidas de cobras. Também conhecida como a erva da longevidade, os egípcios achavam que ela era capaz de aumentar a fertilidade.

Hoje, suas folhas e flores são usadas frescas, secas ou moídas. Apesar de não combinar muito bem com outros temperos, pode ser usada com moderação no preparo de mais carnes gordurosas, carne de porco e em recheios para aves ou peixes. Em sopas, cremes e molhos ou marinados, seu sabor é bem marcante. E nas saladas, basta acrescentar pequenas folhas frescas às verduras e misturar.

Dicas:
– O vinagre aromatizado com essa erva é uma delícia. Em um recipiente, coloque 2 ramos de sálvia e complete com vinagre previamente fervido. Guarde longe da luz e da umidade.
– As folhas frescas podem ser conservadas na geladeira, em recipientes fechados, por alguns dias. Seco, o tempero deve ser armazenado em recipiente escuro e sem umidade, para que seu aroma e sabor não se dissipem.

PIMENTAS
(Capsicum) (Piper)

As pimentas pertencem ao gênero Capsicum, da mesma família da batata, do tabaco e da petúnia. O sabor ardido é único no reino vegetal, mas sua variedade é enorme: existem mais de 25 espécies conhecidas, que se dividem entre dois tipos: doce ou quente.

A pimenta de “sino” é a do tipo doce e denomina pimentas não picantes ou pouco picantes, de aspecto maciço como o pimentão e a pimenta biquinho. Já a chile, ou chilli, representa a variedade das pimentas picantes ou quentes.

Originárias da região do México Central, a pimenta vermelha foi levada para a Europa por Cristóvão Colombo em uma das suas viagens para a América. Ao encontrar um fruto vermelho e pequeno usado pelos nativos americanos, ele os chamou pimiento, palavra espanhola para pimenta preta ou pimenta-do-reino.

Existem dois tipos básicos de molho de pimenta:

1. O molho feito com frutos inteiros e muito picantes que são conservados em vinagre, salmoura ou azeite. Podem temperar empanados, pastéis, carnes e outros pratos, com moderação;

2. ou o de sabor mais leve e suave, produzido com frutos macerados ou moídos que são misturados ao vinagre e às especiarias. São mais usados em guisados, ovos, sopas e coquetéis.

Além de saborosas, as pimentas também são muito nutritivas: contêm mais vitamina A do que qualquer outra planta no reino vegetal. São excelente fonte de vitamina C e B, além de possuir quantidade significante de magnésio, ferro e aminoácidos.

Dicas:
– A melhor maneira de usar a pimenta é logo após sua colheita. Ao comprar pimenta fresca, escolha os frutos que possuem a pele macia, que sejam firmes ao toque e mais brilhantes.
– As pimentas vermelhas são mais saborosas que as verdes.
– Para amenizar a ardência das pimentas, lave-as, tire as sementes, o talo e as veias internas. (É recomendável quando for limpar mais que uma ou duas pimentas, utilizar luvas de borracha para proteção). Se preferir, elas podem ser usadas inteiras ou picadas, sem ser limpas, como é costume no México e na Índia.

Para conservar:
– Pimentas secas podem ser mantidas por bastante tempo. Basta estocar em um recipiente tampado e longe da umidade, de preferência no refrigerador ou freezer.
– Se não for usá-las imediatamente, armazene no refrigerador por quatro semanas ou mais, guardadas em recipientes ou em plásticos, livres de ar.
– Se as pimentas forem transportadas ou mantidas fora da geladeira, o melhor será colocá-las em embalagem de papel mas nunca diretamente em saco plástico.
– Caso queira armazenar por mais tempo, as pimentas podem ser congeladas.

Para pimentão e outras variedades de pimenta doce:
– Lave as pimentas, tire as sementes e seque. Corte-as pela metade e coloque em um plástico livre de ar e de vapor. Em seguida, congele.

Para pimentas tipo jalapeños, serranos etc.:
– Lave e seque as pimentas. Coloque-as inteiras em um plástico, livre de ar e vapor. Congele em seguida.

Fonte: Sadia


Sexta-Feira Santa, fotos do almoço!

Vamos lá, faz uns dias que eu planejei o cardápio para o almoço dos amigos aqui em casa na sexta-feira santa! Pois bem, como todo planejamento, nunca sai exatamente como foi pensado. Houveram algumas mudanças!

O cardápio final ficou assim:

É isso, quem quiser alguma receita detalhada, é só deixar um comentário!!