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No clima de São João

Continuando em clima de São João, e mais do que isso, em clima de férias da faculdade esta semana tentei fazer algo bem especial e bastante controverso. Controverso pois imaginem a cara da minha mamãe quando comprei uma garrafa de vinho seco para tentar fazer um humilde vinho quente. “Toma cuidado que isso é alcoólico viu mocinha!” disse minha mãe como se eu não fizesse a menor idéia disso.

Bem, de fato foi uma grande tentativa, nunca havia feito uma bebida dessas, é lógico, quando agente é adolescente e faz festas em casa sempre mistura tudo com tudo, por exemplo vinho com leite condensado, vodka com refrigerante e todos os tipos possíveis de suco, enfim. Vinho quente eu sempre adorei, um dia meu pai fez em casa e colocou gengibre, este sempre muito comum no quentão, mas ao provar a bebida que meu papai tinha feito eu pensei: gente! Igual ao da festa junina da igreja do divino no Frei Caneca (uma das minhas preferidas).

Ao sondar as formas de preparo do vinho quente notei certa subjetividade nas pessoas: há! Faz com vinho doce, faz com vinho seco, cravo, canela, não! Gengibre não, não precisa do açúcar, coloca açúcar, faz calda de açúcar que nem pudim, coloca um palito de fósforo aceso para tirar o álcool, deixa ferver por 15 minutos, desliga tudo se não pega fogo, entre muitas outras coisas…

Nessas horas a dona da cozinha sempre me ajuda muito e tendo o conselho dela como o mais especial resolvi usar vinho seco e adicionar uma calda de açúcar (como se fosse pra fazer pudim), a dona da cozinha também me deu a liberdade para acrescentar cravo, canela em pau, as frutas que eu quisesse e, enquanto o gengibre, que eu o deixa-se para o quentão (para quando eu for tentar fazer este). Mas meus amigos, eu confesso a vocês que sou um pouco teimosa, se meu pai colocou gengibre e eu gostei, já que cada um faz da forma que mais gosta, eu farei um tipo de vinho quente que eu gosto.

Cortei em pedaço o bendito do gengibre, uma maçã, dois pauzinhos de canela e quatro cravos, optei por usar vinho seco e acrescentar a calda de açúcar. Minha mãe falou para eu desligar o fogo na hora de misturar o açúcar e o vinho se não pegava fogo, só que nesta pausa o açúcar grudou todo no fundo da panela, mesmo assim depois acrescentei a maça, a canela e os cravos, e é claro, o danado do gengibre. Com medo de ficar sem açúcar fiz uma nova calda que agora grudou em outra panela e na colher toda. Mesmo assim acreditem, o vinho quente ficou muito bom, acabou tudo, todo mundo bebeu, a questão é que esta bebida com gengibre fica bem boa, mas a cada hora que se ferve mais o gengibre fica forte, mais parecia um chá de gengibre para a gripe do que uma bebida de festa junina.

Ontem fui numa festa na igreja da consolação, tomei um vinho quente docinho… fiquei com inveja, bem mas junho ainda não acabou, vou tentar de novo, afinal de contas adorei dormir sobre o efeito do vinho quente. Minha mãe que não leia isso… (risos).

Por Juju Barbosa

Comendo em Curitiba – II

Continuando nossa aventura por Curitiba, no sábado fomos conhecer melhor alguns pontos turísticos!

Começamos pelo Jardim Botânico, lindo! Mas achei o Palácio de Cristal um pouco mal cuidado… os jardins tão bem cuidados e o principal meio largado.

Na seqüência, tínhamos decidido ir para o MON – Museu Oscar Niemeyer, mas ao chegarmos lá, descobrimos que o museu não é dedicado somente ao arquiteto e o Olho estava fechado para a preparação da próxima exposição, e decidimos ir somente ao café do MON, tomei um coffee-shake com essência de macadâmia e dividimos um struddel de maçã, que nem se comparava ao que tínhamos comido no dia anterior.

Fomos então para Bosque do Papa, que fica ao lado do MON, onde conhecemos o melhor doce que existe, o Kremówka. Mas no sábado, acabei comendo um folhado de doce-de-leite.

De lá fomos para a Ópera de Arame, que ao lado da Pedreira Paulo Leminski forma uma paisagem linda. Lá comemos uns salgados e uma porção de calabresa com polenta frita… a lingüiça estava cortada bem fininha, o que deu uma crocância legal, mas a polenta parecia que tinha sido frita novamente.

Já chegando a final da tarde, fomos para o parque Tanguá, que tem uma vista incrível dos limites da cidade. E voltamos para o hotel para descansarmos.

À noite queríamos algo diferente e bem gostoso, encontramos um festival de fondue no bairro de Santa Felicidade, no restaurante Petit Chateau.

Estava mesmo uma delícia, começou com o de queijo, com pão e batata bolinha para mergulhar, na seqüência veio o de carne (bovina, frango e suína) que tinha treze molhos para acompanhar, vamos ver se lembro de todos… gorgonzola, bacon, alho,  tártaro, rose, tomate seco, cebola agridoce, alho frito no azeite.. e outros que não estou lembrando! E para finalizar, frutinhas e marshmallow com chocolate normal e branco. Para acompanhar tudo, tomamos suco de uva integral, basicamente um vinho sem álcool, muito bom! A conta foi salgada, mas valeu a pena.

E assim terminou o sábado… no domingo, teve mais Kremówka, costela e sopa… mas fica para o próximo post da série!

Canjica

Mais uma semana se passa e eu surpreendentemente continuo de bom humor, logo cozinhar será uma extensão deste bem estar que toma conta de mim. Não sei vocês, mas eu sou uma grande rata de festa junina, espero ansiosamente o ano todo e quando chega o mês de junho, todos os finais de semana, tanto sábado como domingo, lá estou eu comendo pipoca, cachorro quente e me deliciando com o que bem entendo como a alma das festas juninas: A canjica.

Homenageando esta festa M A R A V I L H O S A e entrando no clima do arraiá, vamos com tudo neste desafio antes que a cobra apareça e a ponte caia, cadê meu par?

Escolhi para preparar uma canjica especial, uma canjica á moda baiana, esta um pouco mais elaborada e incrementada que a tradicional. Vocês vão gostar. Antes de mais nada gostaria de destacar que canjica não é nem de longe um bicho de sete cabeças para se fazer, porem esta é um pouco trabalhosa e demorada, ou seja, você para fazer vai precisar de no mínimo um pouco de paciência.

O pacote de milho branco de canjica que achei no mercado tem justamente á medida que é solicitada na receita, ½ quilo, então usaremos o pacote todo.

Lave e deixe de molho os grãos por no mínimo 4 horas. Troque a água e leve estes para cozinhar em uma panela de pressão (de preferência, mas não necessariamente) até os grãos ficarem macios. A receita do livro que segui chama a atenção para a necessidade de se cozinhar em fogo brando.

O tempo para que o milho ficasse macio foi para mim de 30 minutos, após este passo acrescentei um litro de leite, canela em pau e uma colher de margarina (ou manteiga), cozinhando tudo até o caldo engrossar. Posteriormente juntei um vidro de leite de coco, amendoins torrados que deveriam ter sido moídos mas não foram porque eu esqueci (risos), deixando cozinhar por mais um período até que a textura da calda me agrada-se.

A receita não pede açúcar, mas achei necessário, com o consentimento da minha maior musa da cozinha (a mamãe) acrescentei a medida de um copo e meio daqueles americanos de tal ingrediente.

Canjica, na minha humilde opinião, deve ser servida sempre bem quentinha.

Pessoal, na boa, minha obra prima, não, na boa mesmo, o melhor “prato” que já fiz. Ficou bem gostosa, só faço uma observação, a receita pede canela em pau, mas da próxima vez eu quero usar canela em pó, acredito que ficará melhor para meu paladar…

Até a próxima pessoal, que São João acenda a fogueira do coração de todos vocês.

Por juju Barbosa.

Maifest 2011 – Eu fui!

Esse ano finalmente conseguimos ir na Maifest!

Pra quem tá boiando, a Maifest é uma festa que acontece todo ano no bairro do Brooklin em São Paulo. E esposa já tinha falado dela no ano passado, mas só esse ano que conseguimos ir.

A festa é inspirada nas festas que acontecem na Alemanha para comemorar a chegada da primavera alemã, mas já está tomando proporções enormes e se tornou um evento multicultural.

A principal atração, como sempre, é a comida! Nos “cantos” da festa, vamos lembrar que ela “abraça” um quarteirão inteiro, encontramos os restaurantes, tendas com mesas e atendimento personalizado, mas essas tendas também possuem um balcão de atendimento para quem não fizer questão de sentar. Nos restaurantes são servidos os Eisbein (o joelho de porco aí de baixo), salsichões, salada de batata e chucrute. Comemos um lanche de Eisbein, salada de batata e comi um salsichão!

Fora isso, ainda mandamos ver um Schublig e uns doces. Aqui preciso pedir perdão para que fez o strudel que comemos, pois não chega aos pés do strudel do Bosque Alemão… ahhh… ainda volto lá!!

Enfim, fora a comida, que também abrange a cozinha oriental, crepes, doces caseiros e etc, temos muitas barracas de artesanatos, bijuterias, roupas, souvenirs em geral. Me lembrou essas feirinhas de praia em grande proporção. Dá pra perder horas, o dia inteiro de tanta coisa que tem para se ver, pois além de tudo isso, ainda temos os palcos onde rola todo tipo de apresentações e rola até sessões de cinema.

Não demoramos muito, demos uma volta no quarteirão e já tinhamos comido bastante quando chegamos na melhor barraca da festa, a barraca do Trem Bão de Minas!

Primeiro que eles já te conquistam oferencendo uma infinidade de queijos artesanais, um melhor que o outro, comecei com meia-cura, passei pelo requeijão de corte e experimentei até a mussarela curtida no vinho, uma delícia. Já tinha comprado um meia-cura quando ouço, ‘você viu os doces?’

Aí já viu, tive que trazer uma barra de goiabada com doce de leite, que devorei tão rápido que quase esqueço de tirar uma foto!

Enfim, voltaremos todos os anos!!! E recomendo a todos irem sempre também… e não deixem de visitar a barraca do Trem Bão de Minas!

Encerrada – 2ª Promoção Marinex!

Nem tenho palavras pra expressar minha felicidade! A primeira promoção foi um sucesso tão grande que os fofos lá da Marinex resolveram repetir a dose! :wowcantik

E que tal? Nesse clima de festa junina, ganhar um presentão bacana é mais que demais!

Já conhecem o HotSite da Marinex com receitas juninas? Se eu fosse vocês já corria lá e começava a testar as receitas! Até porque produtos Marinex todo mundo tem em casa!

http://santamarina.com.br/arraial/

Mas voltando à nossa promo, o kit sorteado dessa vez será esse Kit de Forno com 5 peças aqui ó:

 

E pra participar é fácil, como sempre!

  1. Siga no Twitter o perfil do Conversa na Cozinha @conversacozinha
  2. Siga no Twitter o perfil da Marinex @Marinex_Brasil
  3. Clique em Curtir na Página do Facebook da Marinex http://www.facebook.com/pages/Santa-Marina/188774121147099
  4. Tweet a frase “ Eu sigo @Marinex_Brasil e @conversacozinha e quero o Kit com 5 peças de Forno da Marinex / RT http://kingo.to/FlR #Marinex “ ***

***Entrem em http://twitter.com/#!/conversacozinha/status/80284833493954560 e dê RT na mensagem desse status. Daí o link não se perde

Gente! Prestem atenção se o tweet está saindo corretamente! O link tem que estar exatamente como na frase acima, senão não funciona!

Pronto! Se você fizer isso tudo direitinho, já está concorrendo à esse Kit lindo!

O Sorteio será feito através do site Sorteie.Me no dia 21/06/2011

Apenas quem cumprir todas as regras estará concorrendo!

O Kit será enviado diretamente pela Marinex ao ganhador(a)!

O Ganhador(a) terá 3 dias para me enviar Telefone e Endereço completo. Caso não envie, outra pessoa será sorteada no lugar.

O perfil no twitter não pode estar “trancado”, senão o sortei.me não reconhece!

Participem, ajudem a divulgar e Boa Sorte!!

PS.: Pra facilitar, deixem aqui nos comentários o link para o seu perfil no facebook!

PS2.: O ganhador tem que residir no Brasil

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