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Encerrada – Promoção Feel Good

Que tal ganhar um kit com todos os sabores de chás Feel Good, que além de delicioso, faz super bem?

É muito fácil participar!!!

Deixe um comentário aqui neste post respondendo a seguinte frase:

O que fazer para sentir-se bem neste verão?

Viu como é fácil? A frase mais criativa ganha!

Regras:

No comentário deve conter:

  • Frase com a resposta
  • E-mail (válido)

Fora isso, os participantes devem residir no Brasil.

O ganhador terá até 7 de fevereiro de 2011, para me enviar os seguintes dados:

  1. Nome completo
  2. Endereço completo
  3. Telefones para contato

Os comentários serão aceitos até o dia 1 de fevereiro ao meio dia!

O Kit será enviado ao sortudo(a) diretamente pela WOW Nutrition.

Quer receber dicas interessantes para o seu bem-estar? Siga no Twitter http://twitter.com/sigafeelgood/ e http://twitter.com/sigadocemenor/

E pra receber promoções bacanas e dicas de culinária siga http://twitter.com/conversacozinha

Corra! Participe!

Primeira Vitória – Feijão Carioca

Tragédia clássica

Parte 2: O Retorno da Aprendiz de Cozinheira

Primeira Vitória: Feijão carioca

Estrelando: Juju Barbosa

Depois de uma conturbada semana de muita discussão, reflexão, desilusão e muitos, mas muitos conselhos vindos de corações tão queridos e solidários, visto a camisa para viver minha segunda experiência na cozinha e primeira na tentativa de fazer um feijão. Entrei no campo com a cabeça baixa, típica de um time que estreou com favoritismo, cheio de expectativas e que perdeu o jogo de lavada no seu próprio estádio, com a torcida toda assistindo (vide post: primeira tentativa – arroz branco).

Porém nesta nova partida algo havia acontecido, aparentemente e porque não, surpreendente, de alguma forma esse time (que na verdade sou eu) tinha evoluído, mesmo que pouco. De cara já destaco a calma, hoje eu estava absolutamente calma, sem pressa e até com o coração leve, percebi isso na hora que estava escolhendo o feijão, antes de lavar, sim, esse sim eu tenho certeza, é necessário escolher e lavar.

Tomei uma lição: cozinha e pressa não necessariamente combinam, pelo menos quando se está aprendendo, é fundamental se entregar, nem que seja por uma hora, uma vez na semana. E isso foi uma lição que também valeu para um outro aspecto da minha vida, mas que não vem ao caso, uma vez que não se refere a comida (risos).

Os Ingredientes

  • 4 xícaras de feijão carioca escolhido e lavado
  • quanto baste de água
  • 1 linguiça calabresa picada
  • 1 colher de sopa de alho picado
  • sal e cebola à gosto

O Preparo

Depositá-lo na panela de pressão (dessa vez eu já sabia de cara qual panela usar) com o triplo da medida de água ( tomando como referência a quantidade de feijão) para o cozimento. Algo como que três dedos de água a partir da superfície do feijão.

Tampar a panela e iniciar o cozimento.

Pausa para um desabafo.

Sempre tive pavor de panela de pressão, morri de medo o tempo todo mas pensei que tenho que aprender a mexer com ela, os medos não podem nos dominar . Na brincadeira, bolei um código com uma amiga: Caso em duas horas eu não entrasse em contato, ela chamaria o corpo de bombeiros. Felizmente não foi necessário.

Fogo alto á principio, essa minha dificuldade ainda é uma dificuldade, mas já menor, assim como o medo de me queimar, a frescura com o cheiro da cebola e do alho na mão e com a ardência  nos olhos, ainda provocada por estes e a insegurança na hora de arriscar a quantidade de sal e dos condimentos para o tempero. Iniciava-se naquele momento, a minha primeira verdadeira vitória na cozinha.

O tempo de cozimento do feijão para mim ainda é uma incógnita, mas como aprendi a abrir a panela de pressão embaixo da torneira, fui cozinhando de acordo com meu próprio “feeling”. Vocês repararam na palavra que usei? Feeling, este pela primeira vez despertado, junto com o olfato e com um paladar, agora, um pouco mais sensível.

Após 35 minutos, aproximadamente, comecei a me prepara para o tempero do feijão.

Numa panela à parte utilizei: lingüiça em pedaços, esta deve ser frita primeiro pois demora mais para fritar do que o alho e a cebola ( parece óbvio, mas foi para mim uma preciosa dica), posteriormente, acrescentei alho, sal e cebola picada. Quando os condimentos já estavam devidamente refogados, com um concha, selecionei uma parte do feijão que estava sendo cozido e despejei nessa panela. Após um tempo de mistura, coloquei o conteúdo da panela do tempero na panela de pressão, misturando novamente e deixando este cozinhar por mais um período.

Acredito ter descoberto um segredo, segredo pelo menos para mim, qual seria esse segredo: o caldo. Para deixar este mais grosso (que é da minha preferência) é necessário deixá-lo cozinhando, pode parecer bobo, mas esse raciocínio veio sozinho, ninguém nunca me contou isso e eu também nunca tive a curiosidade de saber.

Tudo estava indo bem quando minha mãe, de viagem, me ligou. Ao contar para ela a minha façanha, aquela ficou desesperada e me ligou um tempo depois novamente para saber se a filha dela, e principalmente a casa, existiam ainda.

No final da cocção houve um momento que achei necessário colocar um pouco mais de sal, por um instante acreditei ter estragado tudo, achei que tinha exagerado, mas foi apenas impressão. Quando meu irmão chegou em casa (ele que é super chato pra comida e havia já tirado o maior barato da minha primeira tentativa de arroz branco) experimentou e disse: Bom, muito bom inclusive, só falta cozinhar um pouco mais pois o grão ainda esta meio duro. Era verdade, minhas preocupações com o caldo e com o tempero eram tantas que me esqueci de verificar o detalhe da textura do grão, de como este se encontrava, nada grave, dentro de 20 minutos aquilo estava solucionado.


Meus queridíssimos amigos do Conversa na Cozinha, tenho o enorme prazer de relatar a vocês a minha primeira e bem sucedida tentativa de cozinhar, no caso, feijão. Meu primeiro feijão, este que eu cansava de plantar na escola, este que para mim representa o ápice da transmissão do amor na culinária,  hoje, meu jantar, feito por mim.

Algumas boas experiências já adquiridas: calma, um pouco mais de confiança, uma vontade maior de cozinhar para alguém (pois eu vou comê-lo sozinha e não estou achando muita graça nisso) e a descoberta de um grande aliado na cozinha, uma espécie de despertador, logo, dedico meu primeiro êxito ao meu melhor amigo:

O despertador

timer

 

Que inclusive foi presente da dona da cozinha. É, ela sabe das coisas… Sempre.

Cozinha na TV – Kitchen Nightmares

 

Um dos programas mais legais sobre cozinha é o Kitchen Nightmares, com o Gordon Ramsay, um escocês que possui restaurantes no mundo inteiro e que não mede palavras para esculachar qualquer um!

A idéia do reality é revitalizar e salvar da falência restaurantes que estejam indo de mal a pior. O Gordon chega e fica de olho em como tudo funciona e aos poucos mostra o que está errado. Conversa com todos, da garçonete ao dono e até mesmo os clientes. Depois de perceber tudo que está errado, começa a fazer as mudanças, que vão de desde um novo cardápio, até novas geladeiras!

Um dos principais atrativos do programa, é a acidez do apresentador, ele mete o pau pra valer quando vai falar das coisas que estão erradas, principalmente quando o ‘atacado’ não quer admitir que o problema. A quantidade de ‘pííííí’ durante o programa é absurda, principalmente quando ele acha coisas como comida estragada!

Até agora, dos episódios que vi, tudo sempre acaba bem. Praticamente um novo restaurante e em alguns casos chega a parecer que o Extreme Makeover Home Edition passou no restaurante!

Conversa8

Mas nem tudo são flores, o Gordon já foi processado por um ex-gerente que de sofrer tanta humiliação, pediu demissão, inclusive acusando a produção do show de forjar situações como serrar uma cadeira para o Gordon sentar e cair, contratar atores para lotar o restaurante depois da reforma, etc.

Polêmicas a parte, o programa é muito legal, apesar de assustador, quando se pensa que aqueles restaurantes que parecem muito bons possuem uma enorme quantidade de comida estragada… talvez as polêmicas não estejam tão longe da realidade!

Não Gruda!

Fala a verdade, quantas vezes você estava lá, batendo um bolo, uma torta e na hora que termina, você lembra – Ih! Esqueci de untar a forma!

Por isso eu digo, Anti-Aderente é tudo de ótimo nessa vida! Se não precisa untar, então me ganhou!

Pois é, que me perdoem os defensores do inox, eu não troco minhas formas anti-aderentes por nada! E tenho dito!

Essa aí é a torta de liquidificador, receita aqui http://conversanacozinha.com/2009/07/torta-de-liquidificador/

Pão de Manteiga

 

Ingredientes

***medida do copo 240 ml

  • 1 copo de leite
  • 1 ovo
  • 3 colheres de sopa de manteiga
  • 1/2 colher sopa de sal
  • 2 colheres sopa de açúcar
  • 3 copos + 2 colheres sopa de farinha de trigo (ou um pouco mais, se necessário)
  • 2 colheres chá de fermento biológico seco

pão de manteiga

Modo de Preparo

Coloque todos ingredientes na Máquina de Fazer Pão, seguindo a ordem acima. Se for assar na máquina, selecione o ciclo doce. Se não selecione o ciclo amassar, após o término do ciclo, molde e deixe descansar por 30 minutos. Asse em forno pré-aquecido em temperatura média por 20 minutos ou até dourar.

Não tem máquina de fazer pão? Não tem problema! Clique aqui e saiba como fazer!

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