Café Pelé 40 anos

Hummmm… existe cheirinho mais gostoso do que um café recém coado?

Eu adoro café… é umas das maiores descobertas do homem, um grão torrado que se transforma num néctar dos deuses! É uma verdadeira alquimia!!

Além do que, o café é uma excelente pedida após um refeição prazerosa, é fechar com chave de ouro.

Aqui em casa já fizemos um bom investimento em relação ao café, comprando uma cafeteira bem legal.

Imaginem então,  minha alegria quando a Rafa me falou do novo parceiro do CnC: Café Pelé!!!

Eles estão completando 40 anos e mandaram um monte de coisa boa aqui pra nós!

Tá faltando na foto os pacotes maiores de café, porque abrimos e só depois lembramos que precisávamos tirar a foto!

E como não poderia deixar de ser, parceiro novo, promoção nova!!!

Quer ganhar um kit como esse ai dá foto, com:

– 1 Cappuccino Café Pelé Chocolate Pote 200g;
– 1 Cappuccino Café Pelé Shake Sachê 100g;
– 1 Cappuccino Café Pelé Tradicional Sachê 100g;
– 1 Café Pelé Solúvel Granulado Sachê 50g;
– 1 Café Pelé Solúvel Gourmet Vidro 100g;
– 1 Café Pelé Solúvel em Pó Lata 200g;
– 1 Café Pelé Torrado e Moído Tradicional Almofada 500g;
– 1 Café Pelé Torrado e Moído Extra Forte Alto Vácuo 500g;

Então faça o seguinte:

  1. Curta nossa página  www.facebook.com/conversanacozinha
  2. Curta a pagina do Café Pelé www.facebook.com/cafepelebrasil 
  3. Entre em http://www.facebook.com/conversanacozinha?sk=app_154246121296652
  4. Clique em Quero Participar!
Pronto, você está concorrendo!

Divulgue a promoção no seu Twitter e Facebook!

Avise sua família e amigos! Todo mundo pode participar!

O sorteio será realizado através do Sorteie.me no dia 30 de janeiro de 2012.

Após o resultado, o ganhador terá 3 dias para enviar o endereço completo.

O kit será enviado ao ganhador diretamente pelo pessoal do Café Pelé!

Detalhe: só pra quem mora no Brasil! 

Agora preciso descobrir uma receita legal para fazer usando café!
Me ajudem e deixem dicas nos comentários!!

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Update:

 

Resultado da Promoção!

O primeiro sorteio foi: http://sorteie.me/fb/8e9 

Mas infelizmente, a sorteada esqueceu de curtir a página do Café Pelé!!!

O segundo sorteio foi: http://sorteie.me/fb/8ea

And we have a winner!!!

A Pietra curte a nossa página e a do Café Pelé!

Você tem até 03/02/2012 para me enviar seu nome completo, telefone e endereço.

Favor enviar para o e-mail paulo{arroba}conversanacozinha.com

Pessoal, continuem participando das promoções!!


Comendo em Curitiba – Final

Depois de mais de meio ano sem postar, cá estou de volta para finalizar a série Comendo em Curitiba!

Nosso último dia em Curitiba, começou mais calmo, estávamos cansados de rodar a cidade inteira no dia anterior, então resolvemos pegar leve no domingão.

A primeira coisa foi ir novamente ao Bosque do Papa, eu tinha experimentado só um pedacinho do Kremówka da esposa e queria comer um pedaço inteiro, acabei comendo dois!

Ficamos curtindo um pouco o bosque até que decidimos ir almoçar e tínhamos passado em frente ao Costelão do Gaúcho, que fica ao lado do Bosque. Como não tínhamos curtido muito o Dom Antonio, em Santa Felicidade, e a facilidade de estar pertinho resolvemos ir lá mesmo.

Ahhhh… como me arrependo dessa decisão… 🙂

O lugar é bem simples na decoração e tudo mais, e funciona num esquema que não é muito comum aqui por São Paulo. Paga-se um valor baixo para ter as guarnições a vontade e a carne (a atração) é por peso. Então você tem arroz, feijão, salada e outras coisas a vontade e vai pedindo a carne conforme quiser mais.

Pra falar a verdade, a comida não era tão horrível assim, mas era comida de boteco, manja? Simples para desagradar o menos possível. E a costela, não sei se já estava meio tarde, já era umas 15:00, mas parecia que estavam servindo a raspa do tacho.

Zarpamos rapidinho dali.

Voltamos para o hotel e já fiquei pensando onde comer na janta(sim, eu sou gordo!), quando minha amada e sempre salvadora esposa teve a brilhante idéia, ‘vamos num rodízio de sopa’! Como era começo de maio, já tava começando a ficar frio, então foi uma excelente sugestão.

Dando um pesquisada na net, achamos o Jungle Juice, pareceu bem legal e o preço era bom. O lugar tem uma decoração bem legal, com um clima meio praia, com palmeiras na frente e mesas rústicas de madeira. No inverno, fazem o rodízio, mas o ano inteiro tem sucos, smoothies, lanches e diversos pratos.

Ficamos nas sopas e não resisti a um smoothie Temptation – Suco de maçã, morango, blueberry e sorvete de morango –  e a Rafa, que achou que eu era louco por tomar smoothie com sopa, ficou no suco de maçã/morango/blueberry.

Eram nove tipos de sopa diferentes, entre elas tínhamos canjica, canja, feijão, creme de milho e costelinha, lentilha e outros. Para incrementar tinha diversas coisas gostosas, parmesão, carne seca desfiada, salsinha, pimenta, croutons, etc. A sopa é boa, bem boa, mas já tomei melhores num rodízio aqui em Sampa.

Esse foi um problema na nossa viagem, tudo que experimentamos lá em Curitiba, ficou aquém do esperado, não sei se demos azar e/ou escolhemos mal os locais, mas gastronomicamente falando esperávamos um pouco mais. Mas também, dois nativos da capital mundial da gastronomia e que moravam num dos bairros com o maior número de restaurante por metro quadrado… é acho que somos exigentes. 🙂

Enfim, pretendo manter uma regularidade nos meus posts, até para não ser ‘demitido’…hehehe. E o próximo será uma bruschetta!!

 Até lá!


Caldo Verde do Marido!

Tô orgulhoso!! Fiz praticamente sozinho essa belezinha aí de cima!

Primeiro vamos ao meu histórico com essa maravilha culinária, nunca fui muito fã de sopas, não via tanta graça, até que um dia fomos a um festival de sopas num aniversário e além da variedade, a qualidade era excelente! Foi assim que descobri o caldo verde, que apesar do nome, não tem nenhuma verdura na sua preparação, ela só entra na montagem do prato.

Depois de ter provado, sempre falava pra esposa que queria mais! Até certo dia que fomos visitar a ‘mestra’ da esposa, minha sogra Roseli! Adivinhe o que ela tinha feito para comermos?! E o cozinheiro do festival que me desculpe, mas o dela é que era caldo verde!!!

Essa semana a sogrinha veio passar uns dias aqui, pois está com o braço quebrado. Estávamos pensando no que poderíamos almoçar, quando alguém fala as palavrinhas mágicas, caldo verde!

Como o know-how é da sogra e ela está impossibilitada, eu que fiquei responsável por fazer, com a supervisão da ‘mestra’. Bem, vamos logo para o que interessa!

  • 1,5kg a 2kg de batata
  • 2 cebolas médias
  • 6 dentes de alhos
  • 2 linguiças defumadas
  • Couve-manteiga a gosto
  • Bacon a gosto
  • Azeite a gosto
  • Sal a gosto
  • Muuuita água!

As quantidades de cada ingrediente são relativas, vai muito do gosto de cada um. Essas quantidades renderam cerca de 4 litros de caldo!!!

Descasquei a batata e pus para cozinhar com bastante àgua, no limite para não transbordar quando fervesse, coloque um pouco de sal na água.

Piquei as cebolas, esmaguei o alho, fatiei a linguiça bem fininha e fatiei 1/3 do bacon da foto abaixo. Caso você não seja preguiçoso como eu e comprou a couve sem já estar fatiada, fatie-a bem fininha.

Com um fio de azeite, fritei o bacon e o alho. Era para refogar a cebola junto, mas o tapado aqui esqueceu e ainda deixei o alho queimar… triste!

Enfim, quando está tudo fritinho e sem queimar, pegue um pouco da batata junto com água e jogue na panela para que o sabor incorpore bem. Após um minutinho, jogue tudo de volta às batatas.

Coloquei a linguiça para fritar com um fio de azeite e bati o caldo com ajuda do mixer, caso não tenha use o liquidificador. E bata bastante até ficar bem líquido.

Adicionei a linguiça e voilá! Está pronto o caldo!

Para a montagem, forre o prato com a couve e jogue o caldo por cima, que irá cozinhar a couve levemente mantendo uma leve ‘crocância’.

Ficou ‘marravilhoso’! Mandei 3 pratos para dentro!

 


Comendo em Curitiba – II

Continuando nossa aventura por Curitiba, no sábado fomos conhecer melhor alguns pontos turísticos!

Começamos pelo Jardim Botânico, lindo! Mas achei o Palácio de Cristal um pouco mal cuidado… os jardins tão bem cuidados e o principal meio largado.

Na seqüência, tínhamos decidido ir para o MON – Museu Oscar Niemeyer, mas ao chegarmos lá, descobrimos que o museu não é dedicado somente ao arquiteto e o Olho estava fechado para a preparação da próxima exposição, e decidimos ir somente ao café do MON, tomei um coffee-shake com essência de macadâmia e dividimos um struddel de maçã, que nem se comparava ao que tínhamos comido no dia anterior.

Fomos então para Bosque do Papa, que fica ao lado do MON, onde conhecemos o melhor doce que existe, o Kremówka. Mas no sábado, acabei comendo um folhado de doce-de-leite.

De lá fomos para a Ópera de Arame, que ao lado da Pedreira Paulo Leminski forma uma paisagem linda. Lá comemos uns salgados e uma porção de calabresa com polenta frita… a lingüiça estava cortada bem fininha, o que deu uma crocância legal, mas a polenta parecia que tinha sido frita novamente.

Já chegando a final da tarde, fomos para o parque Tanguá, que tem uma vista incrível dos limites da cidade. E voltamos para o hotel para descansarmos.

À noite queríamos algo diferente e bem gostoso, encontramos um festival de fondue no bairro de Santa Felicidade, no restaurante Petit Chateau.

Estava mesmo uma delícia, começou com o de queijo, com pão e batata bolinha para mergulhar, na seqüência veio o de carne (bovina, frango e suína) que tinha treze molhos para acompanhar, vamos ver se lembro de todos… gorgonzola, bacon, alho,  tártaro, rose, tomate seco, cebola agridoce, alho frito no azeite.. e outros que não estou lembrando! E para finalizar, frutinhas e marshmallow com chocolate normal e branco. Para acompanhar tudo, tomamos suco de uva integral, basicamente um vinho sem álcool, muito bom! A conta foi salgada, mas valeu a pena.

E assim terminou o sábado… no domingo, teve mais Kremówka, costela e sopa… mas fica para o próximo post da série!


Maifest 2011 – Eu fui!

Esse ano finalmente conseguimos ir na Maifest!

Pra quem tá boiando, a Maifest é uma festa que acontece todo ano no bairro do Brooklin em São Paulo. E esposa já tinha falado dela no ano passado, mas só esse ano que conseguimos ir.

A festa é inspirada nas festas que acontecem na Alemanha para comemorar a chegada da primavera alemã, mas já está tomando proporções enormes e se tornou um evento multicultural.

A principal atração, como sempre, é a comida! Nos “cantos” da festa, vamos lembrar que ela “abraça” um quarteirão inteiro, encontramos os restaurantes, tendas com mesas e atendimento personalizado, mas essas tendas também possuem um balcão de atendimento para quem não fizer questão de sentar. Nos restaurantes são servidos os Eisbein (o joelho de porco aí de baixo), salsichões, salada de batata e chucrute. Comemos um lanche de Eisbein, salada de batata e comi um salsichão!

Fora isso, ainda mandamos ver um Schublig e uns doces. Aqui preciso pedir perdão para que fez o strudel que comemos, pois não chega aos pés do strudel do Bosque Alemão… ahhh… ainda volto lá!!

Enfim, fora a comida, que também abrange a cozinha oriental, crepes, doces caseiros e etc, temos muitas barracas de artesanatos, bijuterias, roupas, souvenirs em geral. Me lembrou essas feirinhas de praia em grande proporção. Dá pra perder horas, o dia inteiro de tanta coisa que tem para se ver, pois além de tudo isso, ainda temos os palcos onde rola todo tipo de apresentações e rola até sessões de cinema.

Não demoramos muito, demos uma volta no quarteirão e já tinhamos comido bastante quando chegamos na melhor barraca da festa, a barraca do Trem Bão de Minas!

Primeiro que eles já te conquistam oferencendo uma infinidade de queijos artesanais, um melhor que o outro, comecei com meia-cura, passei pelo requeijão de corte e experimentei até a mussarela curtida no vinho, uma delícia. Já tinha comprado um meia-cura quando ouço, ‘você viu os doces?’

Aí já viu, tive que trazer uma barra de goiabada com doce de leite, que devorei tão rápido que quase esqueço de tirar uma foto!

Enfim, voltaremos todos os anos!!! E recomendo a todos irem sempre também… e não deixem de visitar a barraca do Trem Bão de Minas!