Comendo em Curitiba – I


Como a esposa já contou, fomos passar um fim de semana em Curitiba. Fomos na sexta pela manhã e voltamos na segunda também pela manhã. Com isso tivemos três almoços/jantas para provarmos da comida paranaense!

Para ser sincero, não comemos nenhuma comida típica, talvez exceto por uma sopa de pinhão, mas daqui a pouco falarei melhor sobre ela, pois vou seguir a ordem cronológica da aventura.

Na sexta, como estávamos bem cansados por ter acordado as cinco da matina, não pensamos muito e fomos ao McDonalds em frente ao hotel… belo começo, hein? Mas após um merecido cochilo para repor as energias, fizemos o primeiro ‘city tour‘ e fomos parar no Bosque Alemão, que além da uma vista incrível da cidade, tem uma lojinha onde comemos um apfelstrudel simplesmente incrível!!

De volta ao ônibus, nossa próxima parada foi em Santa Felicidade, bairro italiano e gastronômico de Curitiba, e como o dia já ia avançado, chegamos quando já tinha anoitecido. Aqui cabe uma historinha de como devemos nos informar sobre o destino de nossas viagens.

Logo ao descer do ônibus, encontrávamos-nos de frente para um grande portal, de arquitetura imponente, que marcava a entrada para um restaurante imenso! Uma construção imponente que logo nos fez pensar, ‘Nossa, deve ser um absurdo de caro!!’ e seguimos em frente, pois aquela imponência toda era só fachada! Trata-se do Madalosso, que agora eu sei, é um restaurante famoso, que até já entrou no livro dos recordes como maior da américa latina, pois pode atender simultaneamente 4645 pessoas!!! E com um cardápio inspirado na cozinha italiana, serve muuuita comida por aproximadamente R$ 30,00 por pessoa! Mas não comemos por lá… fomos no concorrente, o Dom Antonio, que é igualmente imponente com seus salões gigantes!

Mas agora vem a parte chata, a comida. Não gostamos da comida, com exceção da polenta frita, que apesar do nome, é totalmente diferente de qualquer polenta que já comi, para vocês imaginarem, ela era branca!! Enfim, a comida não é ruim, mas para quem morou no Bixiga e era vizinho das cantinas, o nível de exigência é um pouco mais para cima. Outra coisa que chamou nossa atenção, é o desperdício no sistema que ele fazem, trouxeram além da polenta, moela, salada verde, maionese, frango assado, frango frito, risoto de frango tudo isso fica na mesa, enquanto os garçons passam com massas e um ou dois tipos de carne. Ufa! E acho que estou esquecendo de mais coisas pois a mesa ficou lotada de comida, sobrando mais da metade.

Mas na Santa Felicidade o que não falta são opções para comer, é um restaurante atrás do outro, muitos focados na culinária italiana, mas de diversas outras cozinhas, tem até uma vinícola. Um desses restaurantes fica numa das construções mais antigas do bairro, a Casa dos Arcos, que abriga um restaurante que fiquei com vontade de ir!

Semana que vem, conto as aventuras do sábado!

 

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