Nigella Express – Nigella Lawson

Você conhece a britânica Nigella Lawson? Além de chef de cozinha, ela é apresentadora de tv e jornalista. De família renomada, Nigella graduou-se na Universidade de Oxford e apaixonou-se pela culinária quando arrumou um emprego como crítica de restaurantes. Seu programa de culinária vai ao ar semanalmente pelo canal GNT, e normalmente são sempre temáticos, como Páscoa e Natal, por exemplo.

Além de escrever para o jornal The New York Times, como não poderia deixar de ser, Nigella é autora de diversos livros sobre o assunto. Eles são referências mundiais, e seu primeiro livro “Nigella Express”, é sucesso de vendas. E é sobre ele que vou falar hoje!

Eu sou adepta da “culinária fácil”. Claro: muitas vezes, um prato complicadinho, é bem mais saboroso. Dá aquele gostinho de vitória. Mas fazer comidas assim não é a realidade de quem trabalha, estuda, corre o dia inteiro. Por isso eu gosto de um prato gostoso e rápido, na maioria das vezes. E a culinária da Nigella é assim: caseira e descomplicada.

Nesse livro, ela apresenta receitas variadas, que passam por doces, sopas, carnes, massas, e que podem ser preparadas em até meia hora! Ela faz valer o título de Express e o conceito de simplicidade. Além de receitas deliciosas, todas elas dão super certo. Dá até para criar um jantar especial (e de última hora) com as receitas.

Sinceramente, é o presente ideal para quem gosta de cozinhar, mas não tem tempo pra isso. Infelizmente, o preço vai de R$69,90 a R$94,90 (Submarino, Saraiva, Siciliano, FNAC, Livraria da Travessa, Livraria Cultura). Na Estante Virtual, vai de R$49,00 a R$75,00. Mas a aquisição vale muito a pena!

Quero pedir desculpas publicamente pelo sumiço, é que o serviço tem me consumido cada dia mais. Mudar de função não é nada fácil. 😛 Mas não abandonei o CNC, de jeito nenhum!!

Super beijos e até semana que vem!


Caldo Verde do Marido!

Tô orgulhoso!! Fiz praticamente sozinho essa belezinha aí de cima!

Primeiro vamos ao meu histórico com essa maravilha culinária, nunca fui muito fã de sopas, não via tanta graça, até que um dia fomos a um festival de sopas num aniversário e além da variedade, a qualidade era excelente! Foi assim que descobri o caldo verde, que apesar do nome, não tem nenhuma verdura na sua preparação, ela só entra na montagem do prato.

Depois de ter provado, sempre falava pra esposa que queria mais! Até certo dia que fomos visitar a ‘mestra’ da esposa, minha sogra Roseli! Adivinhe o que ela tinha feito para comermos?! E o cozinheiro do festival que me desculpe, mas o dela é que era caldo verde!!!

Essa semana a sogrinha veio passar uns dias aqui, pois está com o braço quebrado. Estávamos pensando no que poderíamos almoçar, quando alguém fala as palavrinhas mágicas, caldo verde!

Como o know-how é da sogra e ela está impossibilitada, eu que fiquei responsável por fazer, com a supervisão da ‘mestra’. Bem, vamos logo para o que interessa!

  • 1,5kg a 2kg de batata
  • 2 cebolas médias
  • 6 dentes de alhos
  • 2 linguiças defumadas
  • Couve-manteiga a gosto
  • Bacon a gosto
  • Azeite a gosto
  • Sal a gosto
  • Muuuita água!

As quantidades de cada ingrediente são relativas, vai muito do gosto de cada um. Essas quantidades renderam cerca de 4 litros de caldo!!!

Descasquei a batata e pus para cozinhar com bastante àgua, no limite para não transbordar quando fervesse, coloque um pouco de sal na água.

Piquei as cebolas, esmaguei o alho, fatiei a linguiça bem fininha e fatiei 1/3 do bacon da foto abaixo. Caso você não seja preguiçoso como eu e comprou a couve sem já estar fatiada, fatie-a bem fininha.

Com um fio de azeite, fritei o bacon e o alho. Era para refogar a cebola junto, mas o tapado aqui esqueceu e ainda deixei o alho queimar… triste!

Enfim, quando está tudo fritinho e sem queimar, pegue um pouco da batata junto com água e jogue na panela para que o sabor incorpore bem. Após um minutinho, jogue tudo de volta às batatas.

Coloquei a linguiça para fritar com um fio de azeite e bati o caldo com ajuda do mixer, caso não tenha use o liquidificador. E bata bastante até ficar bem líquido.

Adicionei a linguiça e voilá! Está pronto o caldo!

Para a montagem, forre o prato com a couve e jogue o caldo por cima, que irá cozinhar a couve levemente mantendo uma leve ‘crocância’.

Ficou ‘marravilhoso’! Mandei 3 pratos para dentro!

 



No clima de São João

Continuando em clima de São João, e mais do que isso, em clima de férias da faculdade esta semana tentei fazer algo bem especial e bastante controverso. Controverso pois imaginem a cara da minha mamãe quando comprei uma garrafa de vinho seco para tentar fazer um humilde vinho quente. “Toma cuidado que isso é alcoólico viu mocinha!” disse minha mãe como se eu não fizesse a menor idéia disso.

Bem, de fato foi uma grande tentativa, nunca havia feito uma bebida dessas, é lógico, quando agente é adolescente e faz festas em casa sempre mistura tudo com tudo, por exemplo vinho com leite condensado, vodka com refrigerante e todos os tipos possíveis de suco, enfim. Vinho quente eu sempre adorei, um dia meu pai fez em casa e colocou gengibre, este sempre muito comum no quentão, mas ao provar a bebida que meu papai tinha feito eu pensei: gente! Igual ao da festa junina da igreja do divino no Frei Caneca (uma das minhas preferidas).

Ao sondar as formas de preparo do vinho quente notei certa subjetividade nas pessoas: há! Faz com vinho doce, faz com vinho seco, cravo, canela, não! Gengibre não, não precisa do açúcar, coloca açúcar, faz calda de açúcar que nem pudim, coloca um palito de fósforo aceso para tirar o álcool, deixa ferver por 15 minutos, desliga tudo se não pega fogo, entre muitas outras coisas…

Nessas horas a dona da cozinha sempre me ajuda muito e tendo o conselho dela como o mais especial resolvi usar vinho seco e adicionar uma calda de açúcar (como se fosse pra fazer pudim), a dona da cozinha também me deu a liberdade para acrescentar cravo, canela em pau, as frutas que eu quisesse e, enquanto o gengibre, que eu o deixa-se para o quentão (para quando eu for tentar fazer este). Mas meus amigos, eu confesso a vocês que sou um pouco teimosa, se meu pai colocou gengibre e eu gostei, já que cada um faz da forma que mais gosta, eu farei um tipo de vinho quente que eu gosto.

Cortei em pedaço o bendito do gengibre, uma maçã, dois pauzinhos de canela e quatro cravos, optei por usar vinho seco e acrescentar a calda de açúcar. Minha mãe falou para eu desligar o fogo na hora de misturar o açúcar e o vinho se não pegava fogo, só que nesta pausa o açúcar grudou todo no fundo da panela, mesmo assim depois acrescentei a maça, a canela e os cravos, e é claro, o danado do gengibre. Com medo de ficar sem açúcar fiz uma nova calda que agora grudou em outra panela e na colher toda. Mesmo assim acreditem, o vinho quente ficou muito bom, acabou tudo, todo mundo bebeu, a questão é que esta bebida com gengibre fica bem boa, mas a cada hora que se ferve mais o gengibre fica forte, mais parecia um chá de gengibre para a gripe do que uma bebida de festa junina.

Ontem fui numa festa na igreja da consolação, tomei um vinho quente docinho… fiquei com inveja, bem mas junho ainda não acabou, vou tentar de novo, afinal de contas adorei dormir sobre o efeito do vinho quente. Minha mãe que não leia isso… (risos).

Por Juju Barbosa


Comendo em Curitiba – II

Continuando nossa aventura por Curitiba, no sábado fomos conhecer melhor alguns pontos turísticos!

Começamos pelo Jardim Botânico, lindo! Mas achei o Palácio de Cristal um pouco mal cuidado… os jardins tão bem cuidados e o principal meio largado.

Na seqüência, tínhamos decidido ir para o MON – Museu Oscar Niemeyer, mas ao chegarmos lá, descobrimos que o museu não é dedicado somente ao arquiteto e o Olho estava fechado para a preparação da próxima exposição, e decidimos ir somente ao café do MON, tomei um coffee-shake com essência de macadâmia e dividimos um struddel de maçã, que nem se comparava ao que tínhamos comido no dia anterior.

Fomos então para Bosque do Papa, que fica ao lado do MON, onde conhecemos o melhor doce que existe, o Kremówka. Mas no sábado, acabei comendo um folhado de doce-de-leite.

De lá fomos para a Ópera de Arame, que ao lado da Pedreira Paulo Leminski forma uma paisagem linda. Lá comemos uns salgados e uma porção de calabresa com polenta frita… a lingüiça estava cortada bem fininha, o que deu uma crocância legal, mas a polenta parecia que tinha sido frita novamente.

Já chegando a final da tarde, fomos para o parque Tanguá, que tem uma vista incrível dos limites da cidade. E voltamos para o hotel para descansarmos.

À noite queríamos algo diferente e bem gostoso, encontramos um festival de fondue no bairro de Santa Felicidade, no restaurante Petit Chateau.

Estava mesmo uma delícia, começou com o de queijo, com pão e batata bolinha para mergulhar, na seqüência veio o de carne (bovina, frango e suína) que tinha treze molhos para acompanhar, vamos ver se lembro de todos… gorgonzola, bacon, alho,  tártaro, rose, tomate seco, cebola agridoce, alho frito no azeite.. e outros que não estou lembrando! E para finalizar, frutinhas e marshmallow com chocolate normal e branco. Para acompanhar tudo, tomamos suco de uva integral, basicamente um vinho sem álcool, muito bom! A conta foi salgada, mas valeu a pena.

E assim terminou o sábado… no domingo, teve mais Kremówka, costela e sopa… mas fica para o próximo post da série!